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Segurança: Saiba como tornar suas senhas, MSN e pendrive mais seguros


Segurança sempre! Saiba como garantir que nenhum espertinho roube seus dados e arquivos.

Você já deve estar cansado de ouvir falar em segurança na Internet, roubo de senhas e contas ou coisas do gênero. Infelizmente o mundo da Internet não é mais tão seguro como quando foi criado, há alguns anos atrás. O uso de senha em diversos serviços, no começo, fez diminuir o número de dados roubados, mas logo foram encontrados meios de burlar esta segurança.

Existem, no entanto, maneiras de se proteger destes usuários mal-intencionados. Veja abaixo como você pode dificultar a vida dos hackers e manter seus dados e arquivos longe de mãos inimigas.

SENHAS

Algumas pessoas acham que a senha é apenas mais um campo para preencher a fim de poder acessar as informações, e acabam criando algumas combinações nada seguras. De fato, a senha permite acessar informações pessoais, mas também é ela quem garante que apenas você possa visualizar tais informações e alterá-las, quando for o caso.

Cuidado ao usar o computador!

Utilizar datas de aniversário ou de outros eventos importantes em sua vida para senha de acesso não é a melhor opção. Primeiro porque tais dados são facilmente encontrados em sites de relacionamento. Segundo porque estas serão as primeiras coisas que os hackers tentarão usar acessar sua conta.

Então como criar uma senha realmente segura? Todas as dicas você encontra no artigo “Aprenda a criar uma senha mais segura”. Não deixe de conferir. Você pode ver a qualidade de sua senha acessando serviços como o The Password Meter que, apesar de ser em inglês é fácil de usar. Basta digitar a senha no campo mostrado e ficar de olho no percentual mostrado logo abaixo.

MENSAGEIROS INSTANTÂNEOS MSN

Que o MSN é alvo de ataques, já não é novidade para ninguém. Mas o que poucos sabem é que suas conversas podem ser “rastreadas” sem que você sequer suspeite. E isso não é apenas para usuários do MSN, mas sim para todos aqueles que utilizam algum comunicador instantâneo.

Os hackers não estão atrás apenas de dados, mas também de toda e qualquer informação que possam obter. Pode ser que, em uma de suas conversas, você escreva uma senha ou uma dica valiosa para o descobrimento desta, mesmo sem perceber.

Yahoo! MessengerA empresa Secway desenvolveu uma série de aplicativos com a intenção de garantir a privacidade dos usuários de mensageiros. Trata-se do aplicativo SimpLite, que possui as versões: for MSN Messenger, for Yahoo! Messenger, for ICQ/AIM e for Google Talk/Jabber.

Para aqueles que deixam o computador ligado o dia inteiro, mas não ficam “vigiando” para ver se alguém mexe nele, a melhor solução para impedir que outros usuários acessem suas contas no MSN é o script WLM Safe. Ele impede qualquer usuário, que não seja você, de entrar no MSN.

WLM SafeQuanto mais você dificultar o acesso aos seus dados, melhor. O problema não é apenas o risco virtual que os usuários correm, mas também o físico. Não são raros os casos de sequestros e roubos que tiveram seu início na Internet, por meio de informações roubadas ou fornecidas de alguma forma pelo usuário. Por isso, fique de olho. Pode ter muito mais coisa em jogo do que seus arquivos do computador!

PENDRIVE Cuidado também com o pendrive!

Atualmente é muito comum o uso de pendrives para o transporte de documentos e também programas em versões portáveis. De fato, é muito mais cômodo carregar alguns programas instalados no pendrive e configurados de acordo com suas preferências do que ficar instalado toda vez que utilizar um computador diferente.

O problema é: e se você perder o pendrive ou alguém roubá-lo? Seus documentos e dados podem cair nas mãos de qualquer pessoa. Para evitar este tipo de problema, você pode utilizar aplicativos como o SafeHouse Explorer USB Disk Encryption ou o Toucan Portable. Ambos permitem que você criptografe e proteja documentos e pastas presentes no dispositivo portátil.

A cada dia aumenta o número de pessoas que são prejudicadas de alguma forma pelo roubo de dados e documentos diversos. Não deixe que isto aconteça com você. Proteger-se contra os piratas de informações é a melhor maneira de usufruir da tecnologia sem esquentar a cabeça!

A Evolução das Placas de Vídeo!


Voodoo, GeForce, ATI Radeon… Bem, a história é longa

Que tal utilizar computadores para jogar sem o auxílio de uma placa 3D? O que seria do PC sem a famosa placa de vídeo? Bem, eu não posso prever o futuro, mas acredito que a falta de uma visualização tridimensional das coisas seria inaceitável para o mundo dos video games. É difícil imaginar a evolução dos jogos sem o uso de peças que possibilitassem visuais em três dimensões.

É por isso que o Baixaki decidiu mostrar aos usuários a evolução das placas de vídeo para computadores. O espetáculo das animações gráficas passou por uma transformação brutal ao longo do tempo, e "lendas" — como a 3DFX Voodoo 3 — merecem ser relembradas. Hoje em dia, a GPU (Graphics Processor Unit, ou unidade de processamento gráfico) está mais ativa do que nunca.
O Começo
Antigamente, a inovação. Hoje, o aprimoramento

Antes de tudo, uma pequena base. Para quem ainda não sabe, a placa de vídeo é o periférico responsável por gerar e enviar imagens para os monitores. Enquanto a GPU, a memória e outros componentes são encarregados de lidar com os dados a serem processados, os painéis de saída (como a VGA — Video Graphics Array, conhecida por sua tradicional cor azul — e a DVI — Digital Visual Interface, a saída digital) são os responsáveis pela transmissão das imagens da placa à tela.

Algumas placas-mãe (em inglês, motherboards) contam com adaptadores de vídeo embutidos, mas o mais comum é comprar uma placa separada e encaixá-la no slot apropriado, seja ISA (obsoleto), PCI, AGP ou PCI Express. Neste especial, constam bons exemplos de placas de vídeo que se destacaram em suas respectivas épocas.
A Pioneira

Com o lançamento do primeiro IBM PC, foi criada também a primeira placa de vídeo. A espetacular IBM MDA — Monochrome Display Adapter, ou adaptador de vídeo monocromático — trabalhava apenas em modo texto, conseguindo exibir 25 linhas e 80 colunas de caracteres na tela... Em alta resolução, é claro.

Que Crysis que nada. Este monstro da informática consegue mostrar imagens (na realidade, textos) em apenas uma cor e conta com a quantidade impressionante de 4 KB de memória de vídeo. Digite furiosamente e verifique se os caracteres aparecem com atraso no monitor. Somente assim para testar o potencial da MDA.

O princípio da aceleração 2D


S3 é um nome que faz muitos gamers antigos tremerem nas bases. Pois, quando a fabricante de chips despontou com a S3 Trio, tudo mudou. Considerada por muitos como a primeira placa de vídeo propriamente dita, a S3 Trio fez estrago na década de 90.

A inovação, aqui, é a reunião de três componentes básicos utilizados por fabricantes de placas de vídeo: a GPU, o RAMDAC (que converte os sinais digitais dos chips para sinais analógicos do monitor) e o gerador de frequência. Três diferentes versões da S3 Trio marcaram presença nessa época juntamente com os chips Mach8, Mach32 e Mach64 da ATI.

Que venha o 3D

O destino inevitável das placas de vídeo

"ViRGE Maria!" Que gráficos assustadores, hein?

É exatamente este um dos nomes que simboliza a chegada dos visuais em três dimensões ao PC: S3 ViRGE. 1995 foi o ano, S3 foi a fabricante. Os fãs de realidade virtual ficaram abismados com o lançamento da série ViRGE, tanto que o mercado de placas foi dominado pela companhia por um bom tempo.
Simplesmente fenomenal

Contando com 4 MB de memória onboard e com uma frequência de memória de até 66 MHz, a ViRGE despontou com uma série de funcionalidades interessantes: filtro de texturas Bilinear e Trilinear, Alpha Blending, mapeamento MIP, mapeamento de texturas de vídeo, Z-Buffering... Se isso é grego para você, basta saber que as inovações são muitas e causaram um forte impacto na indústria.

O curioso é que, mesmo com todas essas propriedades avançadas, as placas ViRGE causavam constrangimento em muitos usuários. Reações do tipo "virge santo, o PC está muito lento!" eram comuns, pois a CPU, algumas vezes, conseguia fazer muito melhor do que as placas da S3. Um único atrativo continuava recebendo a atenção dos consumidores: o preço.

Chega a NVIDIA, mas sem muita expressão

The first of manyDesde os primórdios da revolução 3D, a NVIDIA mostrou sua capacidade. A S3 ViRGE mal aparece e surge a NV1, uma concorrente de peso. O processamento gráfico 2D/3D desta placa é baseado em superfícies quadrangulares — o mais comum é o uso de polígonos triangulares — e conta com um processador de som de 32 canais.

Uma das peculiaridades da NV1 é a porta compatível com o video game SEGA Saturn, mas isso não evitou o fracasso da placa. A concorrência superou a NVIDIA nessa fase da evolução 3D, pois, mesmo com um desempenho relativamente bom, a NV1 e os seus estranhos polígonos quadrangulares custavam caro. Uma possível NV2 (no caso, compatível com o Dreamcast) ficou apenas nos planos da companhia.

A fúria da ATI

Este especial é mesmo ideal para trocadilhos. Um dos marcos da evolução das placas de vídeo foi que, muito antes da associação "íntima" entre os nomes Radeon e ATI, a fabricante canadense lançou a linha Rage (em português, fúria). Novamente, 1995 foi o ano.

O visual não é tão violento assim


A primeira linha da série Rage não foi muito promissora, mas a Rage II... 8 MB de memória SDRAM, 64-bit e 60 MHz de clock. Tudo isso com suporte a execução de DVD. Com isso, o desempenho foi melhorado consideravelmente, destacando a ATI na briga pelo mercado.

Quake, uma possível arma contra os concorrentes

A empresa Rendition foi outra que apareceu no meio da década de 90 para entrar no mercado de placas de vídeo. O VQuake, uma versão especial do jogo da id Software criada por John Carmack (id Software) e pela própria Rendition, foi concebido especialmente para o chipset Verite 1000, lançado em 1996.

Boa para Quake

Programar para esta placa não foi nada fácil. E contemplar visuais 2D através de um desempenho deplorável também não contribuiu nada para o sucesso da Verite 1000. Por fim, nem mesmo os tiroteios de Quake conseguiram vencer a concorrência.
E quem não se lembra da série Voodoo?

A ascensão da 3DFX foi rápida e avassaladora. Em 1996, a Voodoo 1 balançou os pilares do processamento gráfico com um desempenho 3D simplesmente espetacular. Em contrapartida, a placa não apresentava nenhuma funcionalidade 2D, o que exigia que o consumidor comprasse mais de uma placa caso optasse pela Voodoo 1.

Contemple o poderio da Voodoo 3 3000

Sim, isso é um tanto ruim, mas para os gamers hardcore, o custo valia a pena. E muito. Diversos títulos mostraram o potencial da primeira Voodoo e fizeram com que os concorrentes apenas assistissem o sucesso da placa, embasbacados. A série não durou muito, mas causou estrago. Bem, eu mesmo (Ricardo Fadel) pude testar uma Voodoo 3 3000 alguns anos atrás, e foi uma experiência chocante.
Matrix? Não, Matrox

Pelo jeito os canadenses levam jeito para a fabricação de placas de vídeo. A Matrox começou em 1978, mas só ganhou destaque na década de 90. Como de praxe, o primeiro modelo (G100) não brilhou muito, mas abriu alas para a G200, uma placa muito interessante.

128-bit, quem diria...

Aceleração 3D através de 85 MHz de clock, 64-bit, suporte à execução de DVD e MPEG 1/2 e um bom limite de memória onboard: 16 MB. Muitos aclamaram a qualidade da imagem reproduzida através da G200. Contras? Levemente mais devagar que as concorrentes, baixo desempenho OpenGL e um fraco suporte a drivers estáveis.

Os primórdios da tão criticada GMA

Graphics Media Accelerator. Três palavras que formam um verdadeiro pesadelo para vários usuários. Bem, a má fama da Intel no mercado de placas de vídeo (pois no ramo de processadores centrais a companhia sempre foi forte) tem uma raiz profunda.

Que fiasco...


Em 1998, foi lançada a i740. A placa apareceu discretamente no mercado 3D e, para a tristeza de muitos, não fez sucesso. Com uma taxa de vendas muito baixa e um desempenho, a primeira placa de vídeo da Intel apenas principiou os resultados ruins que acompanhamos com as atuais GMA.
A "força G"
NV10, o começo do sucessoA chegada da ou GeForce 256 (ou NV10) foi brutal. A nova arquitetura da placa acabou com a concorrência através de uma enxurrada de funcionalidades inovadoras. Exemplos? Que tal o mapeamento de ambientes para a criação de reflexos em tempo real?

Não é preciso dizer que, até os dias de hoje, o nome GeForce já desperta o interesse mesmo de pessoas que não conhecem muito sobre informática. Ponto para a NVIDIA, que atualmente briga de frente com a ATI (comprada pela AMD).

A NV10 abriu alas para placas que muitos usuários usam até hoje. Diversas lan houses adotaram a GeForce 2 e a GeForce 4 — especialmente a aclamada MX 440, muitas8x para os slots AGP 8X — em seus computadores para que os jogadores se divertissem sem problemas com Counter-Strike e outros títulos de renome.
E a ATI
Tchau Rage, oi Radeon. Na realidade, foi a R100 quem iniciou a série que se estende até a atualidade. Variando de 32 MB a 64 MB de memória DDR, é difícil achar alguém que esteja arrependido de comprar uma R100.

Criando confusão desde 2000

Foi uma jogada muito boa da ATI. E bem a tempo, diga-se de passagem. Uma das poucas placas que deixaram a desejar (talvez pelo preço extremamente acessível) foi a Radeon 7000 VE, que apresenta uma redução considerável de desempenho em comparação com as demais.

É curioso saber que a R100 só virou Radeon 7200 quando a Radeon 8500 apareceu no mercado. Foi somente então que a ATI resolveu mudar o nome das antigas placas, aplicando o termo Radeon. De qualquer maneira, o que importa é que a briga entre ATI e NVIDIA começou a pegar fogo em 2000... E ninguém sabe quando ela vai acabar.

Constante evolução
Exagero ou realidade?

O fim desta história é o seguinte: não tem fim. Como diversas áreas da tecnologia, as placas de vídeo tendem a evoluir sem parar, pois os engenheiros e tecnólogos buscam cada vez mais potência, desempenho e qualidade gráfica na exibição de animações visuais.

Espero que você tenha gostado do breve agrupamento histórico de placas que constam neste especial. É claro que alguns nomes ficaram de fora (como a Trident, famosa por tentar entrar no mercado com placas relativamente simples), mas o essencial é conhecer um pouco da saga desse componente fundamental dos computadores.

A estética evoluiu junto com o poder

Atualmente, a situação é bastante convidativa para os fãs de tecnologia. Os consumidores estão se dando bem com a briga eterna entre ATI e NVIDIA (confira aqui uma das notícias do Baixaki Jogos sobre o assunto), pois placas cada vez mais fantásticas surgem a preços cada vez mais baixos. No Brasil, a realidade não é tão interessante assim, mas isso não impede os gamers brasileiros de adquirirem o melhor da tecnologia, não é mesmo?

Tira-Dúvidas: vírus na quarenta prejudica o desempenho do PC?


O que acontece enquanto o vírus está na quarentena? Descubra os possíveis riscos que seu computador sofre.

Vírus é um assunto místico para muitos usuários, fator que gera várias dúvidas. São tantas pragas, tantas soluções, uma quantidade imensa de softwares antivírus, mas no fim ninguém tem muita certeza se as promessas de remoção dos vírus são cumpridas pelos aplicativos de defesa. A dúvida de hoje é muito interessante e provavelmente é algo que muitos já se perguntaram. Mais uma vez o Baixaki vem para sanar dúvidas diversas, para que você sempre esteja protegido e sabendo o que acontece em seu computador.

A dúvida

“Muitos vírus na quarentena acabam deixando o computador devagar? Isso é perigoso?”

Tauany Teddy

O desempenho pode diminuir sim...

Olá Tauany. Bem, vou explicar por partes, para que você entenda o que acontece exatamente. Quando você coloca um vírus no estado de quarentena, o antivírus não irá deletar o vírus. A quarentena tem como função principal a observação, para que caso ocorra de um vírus muito perigoso infectar os arquivos principais do Windows, seu computador não venha sofrer a perda de dados ou que o sistema pare de funcionar.

Bom, como você pode ver, a quarentena é muito importante e útil na maioria dos casos. Mas será que vários vírus na quarentena afetam o desempenho? A princípio a resposta é não! Todavia, mesmo em quarentena, os vírus podem continuar operando em seu computador. Portanto, imagine o seguinte: se um vírus qualquer pode deixar sua máquina muito lenta, pense no que uma quantidade maior de vírus pode fazer.

Resumindo, se os vírus que estiverem na quarentena forem realmente perigosos, pode ser que seu computador comporte-se como uma tartaruga. Já se eles forem inofensivos, é provável que o computador continue com sua velocidade normal.

É perigoso deixar vários vírus em quarentena?

Com certeza é perigoso, contudo deletar os vírus diretamente não é recomendado, pois como já foi dito, os vírus podem estar impregnados em arquivos importantes do sistema, e se você deletá-los diretamente, é capaz que seu Windows não inicialize ou sofra problemas durante a execução.

Solução

Como é possível perceber, a quarentena é tanto útil como perigosa. Para quem já tem um bom tempo de utilização de antivírus, sabe bem que pesquisar sobre as pragas que estão infectando seu computador é algo fundamental, porque a partir das informações que você obtiver, será possível escolher entre a quarentena e a exclusão do vírus.

Evidentemente, alguns vírus não podem ser apagados, sendo que o antivírus só permite o envio deles para a quarentena. Esses vírus são os mais perigosos, porque eles geralmente estão sendo executando junto com algum processo do Windows. Caso você encontre um vírus desse tipo em seu computador, pesquise logo na internet a respeito dele, para saber os riscos que você está correndo.

Nomenclatura dos processadores AMD


Conheça as principais características dos processadores AMD comercializados atualmente, de um ponto de vista mais técnico.

Atualmente, existem vários modelos de processadores AMD no mercado, como o Semprom, Athlon e Phenom. Cada um deles possui várias versões, como “Athlon 64”, “Athlon X2” e “Athlon II X2”. Essa variedade faz com que interessados fiquem confusos na hora de escolher a CPU AMD mais adequada para seu propósito, visto a grande quantidade de especificações distintas.

Há um tempo atrás,
nossa equipe desenvolveu um artigo sobre os processadores AMD de uma forma mais informativa, utilizando um ponto de vista geral. O nosso foco agora será mais técnico voltado para as especificações de cada modelo, incluindo atributos como clock, cache, soquetes, entre outras características.

Para começar, vamos abordar as principais versões do Athlon, o principal processador da AMD utilizado atualmente nos desktops. O nosso foco será as CPUs AMD Athlon, Semprom e Phenom, priorizando os modelos utilizados em desktops. Por esse motivo, não vamos abordar os processadores Opteron e Turion.

Modelos do Athlon


O AMD Athlon possui vários modelos distintos, cada um com suas próprias particularidades. Entre eles, os mais famosos são o “Athlon 64”, “Athlon FX” e “Athlon X2” . Abaixo, vamos detalhar as principais características de cada um deles.

Athlon 64

Lançado em meados de 2003, o Athlon 64 foi a primeira CPU comercial a utilizar a arquitetura x86-64 (AMD64) , ou seja, instruções de 64 bits de tamanho. A princípio, funcionava somente com um único núcleo, trabalhando com frequências entre 1.8 Ghz e 2.6 Ghz. Este modelo chegou a operar em três soquetes distintos, os obsoletos “Socket 754” e “Socket 939” e o atual “AM2”.

Modelos Athlon 64

Todos as versões do Athlon 64 acompanham uma indicação numérica como “Athlon 64 3200+”, a qual NÃO se referem à frequência do processador, indicando somente uma identificação de modelo . Por exemplo, o mesmo 3200+ trabalha somente a 2.0 Ghz. Os modelos atuais do Athlon 64 possuem frequências que variam desde 1.8 Ghz até 2.6 Ghz, conforme a tabela acima. Como é possível perceber, o 64 tem somente 512 KB de cache L2, valor muito baixo comparado com os padrões atuais.

Athlon X2


Por sua vez, o Athlon X2, também conhecido por Athlon 64 X2, é a versão dual-core do modelo original, também utiliza instruções de 64 bits. Seus modelos trabalham entre 1.9 Ghz e 3.2 Ghz por núcleo. Ele utiliza o ultrapassado socket 939 e o atual AM2. O tamanho da cache L2 varia entre 512 KB e 2 MB, dependendo do modelo. A sua nomenclatura também segue o mesmo padrão do Athlon 64.

Processador Athlon X2


Athlon FX

O Athlon FX é a versão dos Athlon 64 e Athlon X2 destinada para a realização de overclocks, pelo fato deste modelo vir com o multiplicador de clock destravado. O FX Foi lançado com o nome incial de Opteron, o qual foi alterado depois de um tempo. Este modelo trabalha nos soquetes 939, 940, AM2 e o “Socket F”. Todos os seus modelos acompanhavam uma cache de 1MB, o dobro do Athlon 64 comum.

É possível descobrir o número de núcleos utilizado através da paridade do número de identificação do modelo. Se o último dígito for par, então é dual-core, se for ímpar, é single-core. Por exemplo, o Athlon 64 FX-62 é dual-core e o Athlon 64 FX-57 single core. Essa família atinge entre 2.2 Ghz e 3.0 Ghz.

Athlon II

O Athlon II á mais nova versão desta CPU, lançada em Junho de 2009. Sua principal característica é o uso da tecnologia multi-core, trabalhando inicialmente com dois núcleos ( Athlon II X2). Já está em desenvolvimento versões com 3 e 4 cores. Essa CPU trabalha tanto nos soquetes AM2+ e AM3, assim suportando a comunicação com memórias DDR2 e DDR3. Cada um dos núcleos possuem uma cache L2 exclusiva com 1 MB de tamanho.

Sempron

Sempron é o nome utilizado para os processadores de baixo custo desenvolvidos pela AMD, possuindo vários modelos distintos e diversas tecnologias. Mesmo hoje, este processador trabalha somente com um núcleo. Na maioria dos seus lançamentos, esta CPU é uma versão mais simplificada e mais barata do Athlon 64. Seus modelos foram desenvolvidos para vários sockets diferentes, incluindo o atual AM2, o que implica no fato dos Semprons atuais rodarem sobre a arquitetura AMD64. Existem planos da criação de um modelo específico para o soquete AMD3, o qual será chamado de Sempron 140.

Semprom 3000+


Desde o seu lançamento, em 2004, este processador trabalhou em frequências que variam desde 1.4 Ghz até 2.2 Ghz. Por ser um modelo de baixo custo, o valor de sua cache sempre foi muito baixo comparado com os demais CPUs da AMD. Por exemplo, somente as últimas versões do semprom possuem cache L2 de 512 KB, enquanto as demais variam entre 128 e 256 KB.

Phenom

O Phenom é a mais recente linha de processadores da AMD, lançado no mercado em outubro de 2007, sendo o primeiro modelo Quad-Core desenvolvido por esta companhia. Essa CPU está disponível em duas versões distintas, a Phenom X4 (codinome Agena) e Phenom X3(codinome Toliman) , que trabalham com quatro e três núcleos, respectivamente. O seu valor de clock varia entre 1.8 Ghz até 3.1 Ghz, dependendo da versão de seu lançamento.

AMD Phenom


Cada core possui sua própria cache L2, sendo que existe uma cache L3 que é compartilhada por todos os núcleos ao mesmo tempo. Nesse quesito, o Phenom é o modelo mais potente da AMD, possuindo L2 com 512 KB de capacidade para cada núcleo e L3 de 2 MB.

A primeira versão do Phenom (B2) possuía um bug envolvendo a tabela de páginas da memória, o que poderia causar pequenos atrasos. Normalmente, tal problema diminuía em torno de 10% o desempenho da CPU. Tal situação foi resolvida com o lançamento do Phenom B3, pouco tempo depois.

Phenom II

Por sua vez, Phenom II é a linha de processadores de altodesempenho que sucede o Phenom original, lançada em dezembro de 2008. Suporta ambos sockets AM2+ e AM3, assim, trabalhando com tanto memórias DDR2 e DDR3. Seu valor de clock também aumentou, trabalhando entre 2.5 e 3.2 Ghz. Este modelo está disponível em versões com 2, 3 e 4 núcleos.

Computadores podem ter vírus mesmo que o antivírus não encontre nada?


Considerar seu programa antivírus o salvador da pátria pode ser um erro fatal. Leia e saiba os porquês.

Imagine a seguinte situação: você instala o Windows no seu PC ou compra um computador novo. Sua primeira atitude é instalar drivers, programas e depois entrar na Matheus Art para procurar um antivírus. Nas suas buscas, você lê alguns artigos de avaliação de antivírus, lê os textos das páginas de download e faz a sua decisão. Instalado o antivírus, você esquece que ele existe e continua sua vida normalmente, quando de repente PIMBA! Seu computador pára de funcionar direito, fica lento, reinicia sozinho, fecha programas sem você mandar, rouba suas senhas, enfim, fica totalmente indisciplinado, esquecendo da educação que foi dada a ele na fábrica.

O problema relatado é muito mais comum do que deveria, dado que existem milhões de fontes na internet que ensinam o bom uso dos antivírus e do computador, para evitar que ameaças entrem e façam a festa, deixando você com o salão emporcalhado para limpar. O fato é: o antivírus precisa da atenção contínua do usuário, pois mesmo que se tenha o máximo cuidado, não há garantia de que o melhor programa antivírus seja capaz de proteger o usuário contra pragas virtuais. O tema deste artigo é justamente esse, ou seja, o grau de confiança que você pode ter nos programas de segurança e dicas para não ter dores de cabeça.

Não se torne alvo fácil.

A redação da Matheus Art consultou quem entende muito bem do assunto. Daniel Ricardo Ferreira, analista de TI especialista em infraestrutura de redes Windows, concordou em conversar conosco e deu sua opinião sobre os programas antivírus, que carregam a imensa responsabilidade de nos proteger do mal proveniente principalmente da internet. Fizemos poucas perguntas, mas tivemos muitas respostas — e algumas delas, apesar de instrutivas, não foram nada reconfortantes.

A resposta que queríamos (ou não)

A primeira questão que levantamos foi a que dá título ao artigo, e a resposta foi categórica: SIM. Por mais que o antivírus não encontre nenhuma ameaça, seu computador pode estar infectado. Em outras palavras, por mais que você tenha um ótimo sistema de segurança na sua casa, o bandido pode conseguir entrar e levar embora coisas importantes. No caso específico do mundo virtual, entenda por coisas importantes seus dados bancários, entre outras informações pessoais extremamente perigosas quando caem em mãos erradas, além da integridade do sistema operacional, programas instalados e arquivos diversos.

Seu computador pode ter vírus mesmo que o antivírus não encontre nenhum.

Um exemplo de infecção é quando há um novo tipo de praga que, por motivo de falta de atualização ou mesmo má qualidade, seu antivírus não detecta. Sendo assim, existem alguns hábitos que devem ser mantidos por TODOS os usuários, pois é a única maneira de garantir que a sua máquina permaneça limpa. Veja-os abaixo.

Central de Segurança.

1. SEMPRE faça as atualizações do seu sistema operacional. O ideal é configurar as atualizações do Windows para o modo automático, em um horário que você tenha a certeza de que a máquina estará ligada. Se uma atualização for liberada, instale-a IMEDIATAMENTE, pois a atitude “vou deixar para depois” deixará sua máquina à mercê das pragas.

2. SEMPRE atualize as definições de vírus do seu antivírus. Todos os dias surgem novas ameaças e, portanto, seu antivírus deverá ser atualizado quase que diariamente, pois as vacinas para as novas ameaças não tardam a chegar através do sistema automático de atualização.

Cuidado com o SPAM.

3. NUNCA ignore um aviso do seu antivírus quando ele informa que as definições de vírus estão desatualizadas.

4. Pode parecer repetitivo, pois já comentamos em outros artigos, mas NUNCA faça downloads de fontes desconhecidas ou suspeitas, nunca clique em anexos ou links em emails. Pode parecer exagero, mas seja rigoroso: sempre pergunte ao remetente se foi ele mesmo que enviou o link, a foto, a música, o documento, etc.

5. Execute periodicamente a famigerada varredura completa. Não é por ser muito chato que o seu antivírus fica o tempo todo avisando que nunca foi feita uma verificação completa ou ela foi feita há muito tempo. Ele faz isso por que é uma atitude essencial, que deve ser tomada para procurar eventuais ameaças que possam ter entrado sem serem detectadas. Se você não consegue ficar longe do PC, agende no antivírus um horário em que você não esteja em casa ou esteja dormindo.

Diferentes remédios para diferentes doenças

Existem vários tipos de ameaça virtual. Para cada uma delas, é indicado um tipo diferente de ferramenta de remoção. Vírus, cavalos-de-tróia, worms e espiões são facilmente detectados pela maioria dos programas disponíveis – diz nosso especialista -, “um deles é o excelente Kaspersky Virus Removal Tool. Ele reúne uma série de ferramentas de remoção das pragas mais ativas e trabalha independentemente do seu antivírus”, ou seja, além de possuir um bom antivírus instalado, como o próprio Kaspersky, o Avira ou o Avast, é imprescindível que você procure ferramentas específicas para determinados tipos de ameaças.

“O Kaspersky Virus Removal Tool é apenas uma ferramenta de remoção e não é capaz de proteger o seu computador contra infecções.” Ou seja, não dispensa a utilização de um bom programa antivírus.

Outros tipos de pragas são os rootkits e os hijackers, que modificam o sistema operacional e infectam arquivos do sistema, como DLLs, por exemplo. Isso torna muito difícil a detecção e remoção. Daniel, nosso entrevistado, dá a dica: “caso o seu computador apresente alguma anomalia mesmo após as atualizações do seu antivírus e do sistema operacional, procure um técnico especializado. Ferramentas como o Kaspersky Virus Removal Tool podem localizar parcialmente alguns tipos de rootkits, mas não são capazes de remover esse tipo de praga.”

Procure um técnico especializado.

No caso específico dos hijackers, que são pragas que roubam informações pessoais do usuário, como senhas de banco e cartões de crédito, mesmo após a detecção e desinfecção através do programa antivírus, é extremamente recomendável que seja feita uma formatação completa no sistema. Leve sua máquina para um técnico e exija que seja feito um backup de dados cruciais e a formatação completa do HD, além de uma verificação adicional nos arquivos do backup.

Alguns bancos exigem em cláusulas contratuais que o usuário formate o computador depois de uma infecção que causou roubo de dados e transferência indevida de fundos da conta. Só assim eles podem garantir que devolverão o dinheiro da vítima. Portanto, fique ligado: leia os contratos de utilização do internet banking do seu banco, pois em caso de roubo de dados, além de perder dinheiro, você pode ter uma bela enxaqueca ao tentar recuperá-lo.

Posso confiar no meu antivírus?

NENHUM antivírus é 100% confiável, mas existem soluções muito competentes. Seja usando produtos gratuitos, como o Microsoft Security Essentials, ou pagas como o Kaspersky Antivirus, não se pode responsabilizar totalmente o antivírus por problemas no computador” – complementa Daniel. Falhas não corrigidas no sistema operacional podem fazer com que o antivírus não seja atualizado corretamente, assim como um antivírus com problema pode fazer com que o computador pare aplicar as correções baixadas. Por isso a importância das atualizações e do cuidado com todo tipo de arquivo, e-mail ou link desconhecido. Nosso especialista emenda: “um pouco de malícia também ajuda, já que diversos ataques se aproveitam de simples técnicas de engenharia social, como atrair o usuário desatento com notícias sensacionalistas, pornografia ou conteúdo relacionado a datas comemorativas.”

“Utilizar mais de um antivírus ao mesmo tempo não é recomendado, pois os dois produtos vão competir pelo controle do computador e torná-lo muito lento. No entanto, é possível deixar a proteção em tempo real de apenas um deles desativada para que só o outro monitore o sistema. Dessa forma, um produto complementaria o outro, utilizando a varredura do segundo antivírus para eliminar possíveis ameaças restantes da verificação do antivírus padrão do sistema. Essa opção é bastante radical e só deve ser utilizada por técnicos especializados e usuários familiarizados com a instalação e configuração de softwares antivírus.”

Considerações finais

Tenha disciplina. O ditado “o computador reflete a personalidade do dono” é totalmente verdadeiro, ou seja, se você não se organizar, seu computador será uma bagunça. Se você não cuida da sua própria segurança, provavelmente seu computador será um parque de diversões de vírus. Se você clica em tudo o que aparece no seu email, MSN ou Orkut, é melhor ter um fundo de reserva para pagar o técnico periodicamente para limpar a bagunça.

Organize a casa.

Por fim, “a parte mais sensível do nosso corpo é o bolso” e, portanto, deve-se tomar especial precaução no caso dos bancos. NUNCA clique em emails recebidos de bancos, pois eles certamente são falsos. NENHUM banco solicita recadastramento, senhas ou qualquer tipo de dado através de email. Eles possuem sistemas próprios de aviso e é nestes sistemas que você deve confiar.

Manutenção de PCs: como instalar uma unidade ótica


Você não precisa gastar com técnicos de informática para realizar a instalação de um simples gravador. Siga nossos passos e faça você mesmo.

Os mistérios do mundo do hardware estão ficando cada vez menos misteriosos. Hoje o Baixaki dá continuidade à série de artigos sobre manutenção de PCs, para você que é novato na área, aprenda um pouco mais. No artigo de hoje ensinaremos como instalar um leitor ótico, seja um gravador de CD, DVD ou Blu-ray. O processo é bem rápido e não exige muitos conhecimentos, contudo, um pouco de atenção é sempre importante. Para executar este processo você precisará dos seguintes itens:

• Leitor ou Gravador
• Cabo IDE ou SATA (varia conforme o modelo do aparelho)
• Uma fonte que possua um cabo de energia sobrando (a sua provavelmente deve ter mais de um cabo desses)
• Chave Philips
• Parafusos

Gravador de CD

Conheça o que você está instalando

Antes de adicionar o novo componente ao seu computador, talvez seja interessante você dar uma boa olhada nas entradas que ele possui. Abaixo você confere a imagem de um gravador de CD.

Detalhes do gravador

1 – Esta entrada serve para que você conecte o leitor diretamente a uma placa com suporte a áudio digital.
2 – Para quem possui placas de som mais antigas, existe a conexão analógica de áudio.
3 – Através desse jumper você pode definir a posição de sua unidade na BIOS do computador. Deixando o jumper do lado esquerdo, a posição é definida de acordo com o cabo IDE. Caso você deixe o jumper no meio, a unidade será definida como Slave, dando prioridade a HDs para serem unidades Master. Já se você colocar o jumper no lado direito, ele será definido como uma unidade Master.
4 – Aqui você deve conectar o cabo IDE, o qual possui uma posição correta. Se você observar bem de perto, há alguns números que indicam a posição do cabo (geralmente a faixa vermelha dos cabos IDEs deve ser conectada no lado onde há o número 1 da unidade de CD).
5 – Por fim, temos a conexão para o cabo de energia. Normalmente não há segredos para conectar este cabo, pois ele possui uma posição única.

Cabo IDE

Hora de instalar

Primeiramente, você terá de abrir seu gabinete (aprenda aqui como abrir o gabinete) e retirar uma das tampas, para que um espaço fique desobstruído e haja lugar para adicionar o novo leitor.

Espaço para inserir a nova unidade

Agora você deve encaixar cuidadosamente a unidade neste espaço. Repare se o seu gabinete possui divisórias que mantenham o leitor suspenso (sem a necessidade de parafusos). Caso seu gabinete seja um modelo mais antigo, você terá de realizar este procedimento com o gabinete deitado, para que a unidade não caia.

Colocando a nova unidade

Bem, agora você deve parafusar a unidade, para que ela fique bem presa. Dois parafusos em cada lado já bastam, evidentemente, você deve utilizar parafusos do tamanho correto, os quais devem ter vindo junto com a unidade.

Parafusos para fixar

Para finalizar é necessário conectar os cabos. A ordem de conexão não importa, mas em nosso exemplo conectamos primeiramente o cabo de energia. O cabo IDE deve ser conectado primeiramente a placa mãe, sendo que você terá de consultar o manual da placa para saber a posição correta do cabo. No leitor ótico você deve conectar o cabo IDE como já indicado em nosso artigo, com a faixa vermelha na posição 1 do leitor.

Conecte os cabos corretamente

Hora de usar

Pronto, sua nova unidade ótica está instalada e pronta para uso. Ligue o computador e verifique na BIOS se a nova unidade foi detectada. Espero que o artigo tenha esclarecido as dúvidas da maioria, sendo que o espaço para comentários está aberto para que vocês troquem opiniões e comentem a respeito de possíveis detalhes esquecidos.

Objetivas para fotografia digital


O que você precisa saber quando for escolher uma lente para sua SLR digital para encontrar a melhor relação custo-benefício, pensando sempre no uso que você fará da sua câmera.

A primeira coisa que precisa ser dita sobre lentes é: não existe “bom e barato” quanto se fala de objetivas. Infelizmente, lentes boas serão caras, e lentes mais baratas terão algum tipo de deficiência. Assim, o grande segredo para comprar lentes é saber até que ponto as deficiências de determinada lente vão atrapalhar o desempenho que você espera da sua câmera. Este desempenho está ligado diretamente ao uso que você fará , ou seja, do estilo de fotografia que você prefere.

Então como descobrir qual o tipo de lente mais apropriado entre os modelos disponíveis? Para descobrir isso, começaremos analisando quais os tipos de lentes, suas características e a quais estilos de fotografia cada um deles é mais adequado.

Só lembrando que não se falará de marcas específicas neste artigo, uma vez que cada sistema de câmeras têm suas lentes próprias e equivalentes, mas não necessariamente iguais.

Lentes Fixas ou Zoom

A grande diferença entre uma lente fixa – que também é conhecida por prime – e uma lente zoom é a variação da distância focal. Enquanto uma lente fixa é construída de forma a manter sua distância focal, as lentes zoom podem variar essa distância em menores ou maiores intervalos.

De certa forma, uma lente zoom pode ser comparada a várias lentes fixas. Como exemplo, se temos uma lente zoom 18-55 mm (perceba a notação em milímetros e o intervalo do zoom) ela pode ser considerada uma lente 18 mm e uma lente 55 mm, além de todas as variações do intervalo. Só que a praticidade de uma lente dessas tem seu contraponto. A construção de uma lente dessas é mais complicada do que a de uma lente fixa, encarecendo a objetiva. Além disso, um outro fator muito importante de cada objetiva – a abertura máxima – tende a ser pior em lentes zoom.

Para entender o conceito de abertura, imagine um valor 1 como sendo a quantidade de luz que seu olho consegue captar. Agora divida essa luminosidade pela metade. Esse número é, aproximadamente, equivalente a uma abertura f/2 (novamente, perceba a maneira como isso é anotado). A seguir você tem um esquema simplificado das aberturas que normalmente se encontram numa lente para fotografia digital.

Esquema básico de aberturas de uma lente para fotografia.

Perceba que, como é uma divisão, quanto maior o orifício formado pelo diafragma – a peça da lente responsável pela abertura – menor é o número f. Pela lógica, então, quanto menor o número f, maior a abertura e mais luz a lente deixa passar até o sensor da câmera.

Foto por Luciano de Sampaio.

Outro efeito importante da abertura é que, quanto mais aberto o diafragma ficar, menor é a profundidade de campo que a lente oferece. Sabe aquelas fotos lindas, com uma flor toda certinha num plano, e tudo borrado no fundo? Isso é o efeito da profundidade de campo na fotografia. Para entender melhor, uma lente com uma abertura f/1.8 consegue desfocar muito mais, e muito mais perto do plano de foto, do que uma lente que só abre em f/4. O outro limite de abertura, os maiores números f da lente, já não são tão limitantes, pois praticamente todas as lentes atuais conseguem fechar até os mesmos f/22, aproximadamente. Assim sendo, ninguém se preocupa com a abertura mínima, pois todas as objetivas conseguem dar essa resposta ao fotógrafo.

Agora, sabendo disso tudo, como escolher a melhor lente possível? Comprar uma zoom poderosa, ou várias fixas de diferentes distâncias focais? Responder essa pergunta é mais complicado do que parece. Por um lado, comprar uma única zoom pode ser mais barato, mas as limitações de abertura, e principalmente o volume e peso da lente podem ser problemas graves. Além disso, ter uma única lente é um risco, já que, como todo equipamento, ela é sujeita a falhas.

A outra opção extrema é comprar todo um arsenal de lentes fixas, mas isso pode ficar muito caro, e é certamente pouco prático. Uma solução plausível é procurar lentes zoom menos poderosas e de boa qualidade, com intervalos pequenos de distância focal, e fazer um jogo com duas ou três lentes que satisfaçam suas necessidades. Também pode valer a pena comprar uma ou duas fixas mais simples e com uma boa abertura para ter essa opção disponível. Todas as principais fabricantes têm uma ou duas lentes fixas mais baratas e ainda assim com qualidade suficiente. Agora, para decidir quais serão essas lentes, é preciso pensar também na distância focal das objetivas, e no tipo de imagem que elas proporcionam.


A importância da distância focal

Com o conceito de abertura resolvido, e entendendo a diferença entre uma lente fixa e uma zoom, só resta descobrir qual lente é mais apropriada para o estilo de fotografia que você prefere.

Para isso, existem três grandes grupos de objetivas a se considerar. As lentes normais, que forma uma imagem bem parecida com a que enxergamos sem lentes; as grande-angulares, que proporcionam um campo de visão mais amplo; e as teleobjetivas, que funcionam como uma luneta, aproximando imagens distantes.

A lente normal

Foto por Luciano de SampaioPara as câmeras dSLR mais comuns, lentes normais são aquelas com distância focal próxima ou igual a 50 mm. Quando construídas como lentes fixas, essas objetivas tendem a ser mais baratas, e apresentam aberturas máximas entre f/2 e f/1.4.

As objetivas normais podem ser usadas para qualquer tipo de fotografia, já que a imagem que formam é muito próxima daquela que o olho humano enxerga. Por serem normalmente mais luminosas do que lentes de outras distâncias focais, também são muito utilizadas para fotografar em condições críticas de iluminação.

A grande-angular

Foto por Luciano de Sampaio.As objetivas grande-angulares têm distância focal menor do que 50 mm, mas quanto mais curta for essa distância, mais perceptíveis serão suas características.

Além de abrir o ângulo de visão – em alguns casos para até 180º ou mais – essas lentes também distorcem objetos próximos devido à curvatura do vidro, fazendo com que linhas retas pareçam curvadas – efeito chamado de aberração esférica. Algumas dessas objetivas são conhecidas como “olho-de-peixe”, tamanha a distorção que apresentam.

As grande-angulares são muito utilizadas em fotografia de arquitetura, para retratar ambientes muito pequenos, e também costumam ter bons resultados quando se fotografa paisagens.

A teleobjetiva

Foto por Luciano de Sampaio.Também conhecido apenas como “tele”, o famoso “canhão” apresenta distâncias focais maiores que 50 mm, e é usado para fotografar em detalhes objetos distantes do fotógrafo. O ângulo de visão de uma tele é menor do que o do olho humano, e quanto mais longa for a lente, maior essa diferença. Alguns ainda subdividem as teleobjetivas em meias-tele – com distância focal até 200 mm, teleobjetivas – variando de 200 a 400 mm, e superteles – com 400 mm ou mais. Vale lembrar que quanto mais longa a lente, mais cara ela será.

Essa divisão interna das tele existe devido ao uso de cada lente. As objetivas até 200 mm são muito utilizadas para retratos e para jornalismo, devido à sua versatilidade. Entre 200 e 400 mm encontram-se as objetivas preferidas pelos fotógrafos de esporte e de natureza, e as superteles são utilizadas para esportes, para coberturas muito distantes e até mesmo para fotografia astronômica.

A escolha da lente

Agora que todo o básico já está claro, pode-se pensar melhor em como escolher as lentes apropriadas para cada um. Provavelmente sua câmera já tem uma lente zoom com intervalo de grande-angular a normal (a mais comum é a 18-55 mm) e com uma abertura média (entre f/3.5 e f/5.6) que resolve boa parte das necessidades comuns da fotografia amadora. Já para conseguir aquele “algo mais”, é preciso pensar no equipamento com mais cuidado.

A primeira decisão a ser tomada é o tipo de construção de lente a ser comprado. Se você pretende fotografar em estúdio, ou em casa mesmo, em situações que você não terá pressa para fotografar, recomenda-se comprar lentes fixas, e apenas aquelas que seriam imprescindíveis. Uma grande angular na faixa dos 10 ou 15 mm, uma normal de 50 mm e uma meia-tele curta, de 85 ou 90 mm já são suficientes para fotografar praticamente qualquer coisa em estúdio.Foto por Luciano de Sampaio.

Para fotografar fora de um estúdio, entretanto, o raciocínio já não é tão simples. Se você pretende fotografar apenas temas determinados como paisagens, ou então só deseja fotografar pessoas, é bem provável que uma ou duas lentes fixas - claras e da distância focal apropriada - sejam suficientes. Uma grande angular de 25 ou 30 mm e uma normal de 50 mm formam um conjunto bastante confiável para fotografar paisagens, enquanto uma normal e uma meia-tele de 85 ou 90 mm formam um par excelente para se fazer retratos. Conjuntos apropriados podem ser pensados para cada estilo de fotografia que possa existir.

Agora, se você gosta de fotografar tudo o que aparece na sua frente, a situação muda bastante. Fotografar paisagem com uma objetiva de 200 mm é no mínimo desconfortável, e fazer retrato com uma grande angular é complicado por causa da aberração esférica que vai distorcer o rosto da pessoa.

Nessa situação, o ideal é ter mesmo uma lente zoom, que vai te permitir mudar rapidamente de uma grande angular para uma normal, ou em alguns casos, até uma meia-tele. Vale lembrar também que as lentes têm limites, então às vezes vale mais a pena comprar duas zoom complementares do que apenas uma zoom com um intervalo enorme. Tanto um conjunto com uma objetiva 18-55 mm e uma lente 70-200 mm quanto uma única lente 18-135 mm, por exemplo, são boas escolhas para quem fotografa na cidade, podendo fazer panoramas e retratos variados facilmente, carregando apenas o mínimo de equipamento. Claro que cada uma dessas opções tem suas limitações, principalmente em termos de luminosidade.

Esses são os principais fatores a se considerar quando iniciando a compra de lentes para uma dSLR. A combinação de distância focal e abertura máxima, em conjunto com as possibilidade de zoom, vão determinar o preço da lente, mas pelo menos agora você já sabe que nem sempre o que você precisa é o mais caro.

Notebooks: idéias para o futuro


Conheça as principais tecnologias que vão equipar os notebooks lançados nos próximos anos.

A cada dia que passa, os notebooks se tornam mais práticos e inovadores, principalmente pela redução em seu peso e pela grande quantidade de recursos interessantes. Muitas pesquisas estão sendo desenvolvidas, tornando a tecnologia no campo dos computadores portáteis cada vez mais incrível.

Se até uma década atrás era normal que laptops pesassem cinco quilos, agora, é normal encontrar equipamentos cujo peso é menor que dois, com muito mais funcionalidades. Essas máquinas vão ficar ainda mais leves e repletas de recursos no futuro, despertando um grande interesse em saber como elas serão daqui a três, cinco, dez anos. Por esse motivo, nós desenvolvemos este artigo, que apresenta as principais tecnologias que equiparão os notebooks lançados nos próximos anos.

Tecnologia Multi-touch Screen

A tecnologia Touch Screen já está no mercado há alguns anos, contudo, de forma ainda muito limitada. Até o exato momento, grande parte dos dispositivos reconhecem somente o toque de um dedo de cada vez. Visando essa limitação, a tecnologia Multi-touch screen já está sendo desenvolvida, com previsão de se tornar popular nos notebooks nos próximos anos. Através dela, você pode realizar diversas operações em sua interface utilizando todos os dedos ao mesmo tempo.


O primeiro modelo a suportar o Multi-touch Screen é o HP TouchSmart tx2, lançado há alguns meses atrás. Através dele, seus usuários já podem conferir uma prévia desta tecnologia implementada na prática. Conforme novos modelos forem sendo desenvolvidos e lançados, mais a interação do usuário com a máquina irá se tornar cada vez mais real. Por exemplo, no vídeo abaixo, podemos conferir uma pequena amostra do HP TouchSmart em prática:

Por sua vez, o sistema operacional também deve suportar toda essa interatividade, contudo, não há com o que se preocupar, visto que a versão final do Windows 7 irá acompanhar o Multi-touch de forma natural. O vídeo abaixo mostra várias tarefas já executadas no Seven desta maneira, incluindo um piano virtual de duas oitavas, no instante 1:48 (já posicionado). A eficiência deste aplicativo pode ser comprovada principalmente pelo arpejo executado por parte do usuário:


Uso de mais de uma tela ao mesmo tempo

Como consequência da tecnologia Multi-touch Screen, estão surgindo ideias de transformar o teclado em um monitor adicional. Assim, o notebook teria uma tela para uso geral touch screen e a que pode ser usada para a simulação das teclas. Isso permite que o aparelho seja encaixado de forma que os monitores fiquem voltados para o lado de dentro, tornando a máquina muito prática de ser transportada. Existe um projeto conceitual, chamado de Canova, que exemplifica bem como esse conceito seria aplicado na prática:

( Imagem de Autoria de Valerio Commeti, retirada do site V12 DESIGN)

Além do já citado, o Compenion também é um design conceitual de um notebook que estaria no mercado após 2012 , criado por Felix Scmidberger. Para conferir uma galeria de fotos do portátil,
acesse este link.

Possibilidades para um futuro distante

Em um futuro mais distante (talvez daqui a quinze, vinte anos), poderá chegar a hora que a tela do notebook não será mais necessária, com as imagens projetadas no ambiente, permitindo uma interação ainda maior com o usuário. Tal mecanismo já está sendo arquitetado na ficção, através de alguns filmes que tratam sobre o assunto. Um dos principais exemplos é o Minority Report, onde as interfaces dos computadores são projetadas no próprio ambiente. Nesse Filme, Tom Cruise manipula a interface de um desktop doméstico do futuro, contudo, o mesmo princípio pode ser utilizado também para laptops.

Diminuição de peso e espessura

Desde o lançamento do ultra-portátil EeePC, em outubro de 2007, cada vez mais netbooks de baixo custo foram desenvolvidos por grandes fabricantes, como a Asus, Acer e HP. Contudo, o hardware presente nesses equipamentos, principalmente o processador, possui uma potência muito menor comparado aos notebooks tradicionais.

Visando essas limitações, várias empresas estão lançando notebooks de tamanhos e configurações convencionais cuja espessura e peso são muito menores comparados aos demais laptops do mercado. O melhor exemplo é o MacBook Air, que comporta uma tela de 13.3 polegadas, HD 120 GB SATA, 2.13GHz Intel Core 2 Duo com 6 MB de cache L2, nVidia GeForce 9400M, em somente 1.3 Kg de peso! Além disso, suas dimensões são incríveis, cabendo até dentro de um envelope, como é possível observar no seguinte vídeo promocional da Apple (em inglês):


A tendência é que os notebooks continuem diminuindo de tamanho, mas sem perder capacidade. Como o Steve Jobs mostrou no vídeo acima, será muito fácil carregar notebooks de um lado para outro. Assim, talvez daqui a dez, quinze anos, todos terão seu próprio portátil, carregando-o para todo lugar.


Acessibilidade para todos

A acessibilidade será um dos principais chamativos nos próximos notebooks a serem lançados no mercado, principalmente pelos mecanismos especiais no reconhecimento visual e sonoro. Já existem projetos interessantíssimos nessa área como o Siafu.

Notebook para deficientes visuais

Siafu é um notebook desenvolvido especialmente para pessoas com deficiência visual. A princípio, o computador é composto somente por um teclado especial, sem a presença de um monitor propriamente dito. Sua superfície é composta por um material inovador, chamada de “Magneclay”, o qual pode reproduzir texturas de imagens sensíveis ao toque. Desta maneira, o usuário poderá “visualizar” imagens através do tato, incluindo objetos em relevo.
Fotos do projeto podem ser conferidas neste link.

As teclas de digitação em Braile também seguem o mesmo princípio, ou seja, não são físicas, mas sim simuladas através do Magneclay. Além disso, esse portátil irá contar com um mecanismo de tradução de páginas Web para Braile, o que irá facilitar o uso por parte desse público.

Reconhecimento por voz

O reconhecimento por voz também é uma grande tendência para o futuro dos notebooks, principalmente por permitir que operações sejam realizadas sem a necessidade que teclas sejam pressionadas ou que o monitor precise ser tocado. O Siafu também possui esse mecanismo implementado. Atualmente, este mecanismo ainda é limitado a algumas tarefas. Provavelmente daqui uns 10 anos, grande parte das funcionalidades dos notebooks já poderão ser acessadas por este método.

Como funciona o PlayStation 3?


Confira diversas informações sobre um dos melhores consoles da sétima geração!

O PlayStation 3, também conhecido apenas por PS3, é o terceiro console de jogos produzido pela Sony, oficialmente lançado para o público em 11 de novembro de 2006. Ele concorre diretamente com o Xbox 360 e o Wii, todos dentro da sétima geração deste gênero de aparelho. Hoje, são mais de 22 milhões de unidades vendidas em todo o mundo.

Neste artigo, vamos aprofundar um pouco mais os dados que você já conhecia sobre o PS3, além de acrescentar informações muito úteis para quem quer conhecer melhor a máquina. Confira, nas linhas abaixo, um apanhado completo sobre um dos melhores consoles da atualidade.

Cell

O núcleo de processamento do PS3 leva o nome de Cell, e foi desenvolvido por uma parceria da Sony com a Toshiba e a IBM. O componente é um resultado do trabalho de cerca de 400 engenheiros, durante aproximadamente quatro anos de desenvolvimento.

Em termos básicos, o processador contém um elemento central de processamento, além de oito núcleos menores, que dividem as tarefas a serem processadas no console. Um dos núcleos é exclusivo para o sistema operacional, e outro funciona como uma unidade de reserva, prevendo o mau funcionamento dos seis principais.

O coração do PS3

Todo esse sistema de processamento mede 90 nanômetros, conta com 234 milhões de transistores e atinge a velocidade de 3.2 GHz. Se comparado à velocidade do processador do PS2, cerca de 300 MHz e com pouco mais de 10 milhões de transistores, nota-se um salto enorme de potência entre as gerações de consoles.

Gráficos

Como em um computador convencional para jogos, de nada adianta ter apenas um ótimo processador sem um chip gráfico dedicado de qualidade. A unidade de processamento gráfico do PS3 leva o nome de RSX, uma sigla em inglês para sintetizador de realidade.

Killzone 2, um dos jogos mais belos do console

O Chip é baseado na arquitetura das placas de vídeo da série 7 da Nvidia, sendo, em potência efetiva, muito semelhante aos modelos GeForce 7800. Vale lembrar que o console foi lançado em 2006, época em que esses chips eram os mais eficientes, obviamente ultrapassados dentro dos padrões atuais de placas de vídeo para computadores.

Este é um dos principais motivos pelos quais os gráficos nos jogos para computador em geral superam o que vemos nos consoles. Hoje, as placas de vídeo são extremamente poderosas se comparadas às do PS3 ou Xbox, lançadas há cerca de três anos atrás.

Já foram lançados cinco modelos do PS3, que diferem substancialmente pela sua capacidade de armazenamento, além de acessórios presentes em apenas algumas das versões. Os modelos contam com 20, 40, 60, 80 e até mesmo 160 GB de HD, embora este último modelo seja bem limitado.

O PS3 conta com diversos dispositivos e entradas interessantes, tornando-o uma estação multimídia completa. Confira uma pequena lista deles logo abaixo:


• Saída de vídeo composto
• Saída de vídeo componente
• Saída de vídeo HDMI
• Conexão Bluetooth 2.0
• 1 porta Gigabit Ethernet
• 2 ou 4 portas USB, dependendo do modelo
• Conexão Wi-Fi (Exceto no modelo de 20 GB)
• Leitor de cartões (Modelos de 60 e 80 GB)
• Compatível com o PS2 (Modelos de 20, 60 e 80 GB)

Apesar da grande importância de todos esses aspectos, um dos maiores destaques presentes no PS3 é seu leitor de Blu-ray, capaz de rodar jogos e filmes em altíssima resolução, se adequando aos novos padrões de mídia criados pela própria Sony. Muitos usuários de televisores de alta definição compraram o aparelho não apenas motivados pelos jogos, mas pela possibilidade de assistir aos filmes em Blu-ray através dele.

Além desse tipo de mídia, o aparelho reconhece também os modelos básicos de CDs e DVDs, incluindo, nos modelos de 20, 60 e 80 GB, a reprodução do formato Super Audio CD, uma espécie de mídia de áudio especial desenvolvida pela Sony.

Sem dúvida, o acessório fundamental em um console é seu controle, que, no caso do PS3, foi inicialmente o Sixaxis. Sem a função vibratória, o joystick foi um tanto criticado pelos usuários, acostumados com o controle do PS2.

No entanto, ele conta com acelerômetros, sensores de movimento que podem ser utilizados em alguns jogos, como acontece em MotorStorm. A conexão com o console é feita por Bluetooth e suporta até 7 controles conectados simultaneamente ao aparelho.

DualShock 3

Muito semelhante ao controle do PS2Atendendo às reclamações dos usuários, o novo controle para o PS3 foi lançado, em 11 de novembro de 2007, exatamente um ano após a chegada do aparelho no Japão. Como o próprio nome já deixa claro, o joystick conta com as mesmas funções do Sixaxis, incorporando desta vez a função de vibração em seu funcionamento.

Desde seu lançamento, a grande maioria dos jogos importantes já conta com funções especiais para o controle. A Sony também disponibilizou atualizações em seu software para comportar melhor as novas características do acessório, sem causar problemas para os usuários.

PlayStation Eye

Sem maiores comentários, a PlayStation Eye é a câmera de vídeo oficial do PS3. Ela atua em diversos jogos do console, incluindo reconhecimento facial em grande parte deles, o que permite colocar o seu próprio rosto em personagens, por exemplo. Com a chegada do novo controle com captação de movimento da Sony, a câmera se tornou peça fundamental do processo.

Além dos acessórios oficiais do console, há uma vasta gama de controles, teclados, headsets e outros componentes que podem ser ligados a ele via Bluetooth ou USB. Além disso, alguns jogos, como Guitar Hero e Rock Band, contam com o seu próprio conjunto de aparelhos especiais para tornar tudo ainda mais divertido.

XrossMediaBar

Este é o nome oficial da interface gráfica do PS3, também presente no PSP e em alguns outros eletrônicos da Sony, como câmeras e televisores de última geração. O sistema leva esse nome pelo fato das opções na tela aparecerem na forma de cruz, em que o eixo horizontal descreve as categorias, enquanto o vertical exibe opções específicas para cada.

Todas as funções envolvendo o aparelho, como acesso aos jogos, arquivos, navegador e muitas outras estão acessíveis através da interface, facilitando as coisas para o usuário. Um fato curioso da XMB é que ela muda sua luminosidade durante o dia, e sua cor a cada mês, algo aparentemente imperceptível para os mais distraídos. Também é possível personalizar o tema da interface.

Opções em formato de cruz

Ubuntu

Outra possibilidade inusitada, mas muito interessante, é colocar o sistema operacional Ubuntu para rodar no PlayStation 3.

Antes de falar sobre os jogos exclusivos do console, vamos listar os dez games mais vendidos dele. Se você tem um PS3, com certeza deve ter ouvido falar ou até mesmo ter jogado todos os títulos listados, obrigatórios para quem tem o console.Um dos maiores sucessos do o PS3

1. Grand Theft Auto IV – 5.65
2. Call of Duty 4: Modern Warfare – 4.35
3.
Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots – 4.05
4.
Resistance: Fall of Man – 3.60
5.
MotorStorm – 3.48
6. Assassins Creed – 3.39
7. Call of Duty: World at War – 3.31
8.
Gran Turismo 5 Prologue – 3.05
9.
Uncharted: Drakes Fortune – 2.46
10.
LittleBigPlanet e Resident Evil 5 – 2.24

Os jogos listados em negrito são exclusivos para o PlayStation 3. Outros títulos interessantes que já foram lançados somente para o console da Sony são Killzone 2, Resistance 2 e inFamous, o último grande lançamento até então para o aparelho.

A rede lançada pela Sony em novembro de 2006 conta com toda a base para a transferência e execução de jogos online, download de conteúdo oficial e acesso à PlayStation Store, loja virtual com centenas de recursos disponíveis para os usuários do PS3.

PlayStation Home

Se você já jogou Second Life, encontrará muitas semelhanças ao entrar na PlayStation Home. O “jogo”, que conduz você através de um avatar para dentro de um mundo completo e cheio de possibilidades, disponibilizado gratuitamente para os usuários do PS3.

Você pode caminhar pelo mundo do jogo, conhecendo novas pessoas e fazendo amizades, jogando pequenos games criados para os avatares, como boliche, sinuca e carteado. É possível ter sua própria casa dentro do Home, com diversos recursos interessantes.

Há boas formas de acessar jogos do PS3 dentro dele, além de utilizar uma espécie de PSP virtual dentro de sua residência. O serviço preza pela interação dos usuários do console, e mais de seis milhões de usuários já aderiram a ele.

E3 2009

Uma das conferências mais aguardadas pelos espectadores da última E3 foi quanto às novidades trazidas pela Sony em seus consoles. Além de diversos jogos excelentes, o novo controle por movimentos exibido na apresentação mostra que a Sony não vai ficar para trás quanto aos novos conceitos de interatividade inicialmente explorados pela Nintendo.

Motion Controller

O controle, que se parece na realidade com um pequeno microfone, leva o nome de “Wand” e funciona de modo integrado com a PlayStation Eye, capaz de captar os movimentos realizados com o acessório de uma forma extremamente precisa, ao menos pelas impressões causadas durante a exibição de suas funções.

O conjunto permite realizar desde movimentos simples, como mover objetos em uma mesa, até empunhar um arco e desferir flechadas precisas em inimigos, algo mostrado de uma forma muito fluente e empolgante no vídeo. Resta esperar a chegada do novo controle ao mercado, e sua real eficácia em trazer diversão durante os jogos.

GRANDES LANÇAMENTOS

Diversos grandes lançamentos estão para chegar para o PS3, e a exibição de muitos vídeos deles na feira deixou o público ansioso pela chegada dos títulos às lojas. O primeiro vídeo é de Uncharted 2, em uma cena repleta de muita ação. Em seguida, é exibido o clipe de MAG, o game de tiro em primeira pessoa que promete colocar até 256 jogadores em um único ambiente.

Momentos depois na conferência e após um vídeo interessante sobre o PlayStation Home, entra na tela a apresentação de Assassin’s Creed 2, fortemente aclamada pelo público presente. Da Vinci e suas invenções estão presentes, dentro dos cenários mais belos da Renascença.

Final Fantasy em dose dupla

Além dos já conhecidos takes e especulações acerca de Final Fantasy XIII, com visuais arrasadores exibidos em um vídeo muito interessante, aparece o próximo título da série, Final Fantasy XIV, para a surpresa de todos na platéia.

O jogo visa ser um MMO, reunindo milhares de fãs em todo o mundo dentro do jogo. As belas paisagens e toda a fantasia de uma das franquias mais famosas do mundo dos games está a caminho, também para o computador.

A liberdade de criação em ModNation

Em uma época em que a personalização de tudo é cada vez mais enfocada por aplicativos, jogos e sites, ModNation leva os gamers a um novo patamar neste mesmo âmbito. O game de corrida simplesmente traz a personalização ao limite.

O vídeo exibe a customização das roupas e aparência do personagem, além dos detalhes dos veículos, nos mesmos moldes que conferimos em LittleBigPlanet. Mas o que mais impressionou foi a edição das pistas, foco da apresentação.

Um dos apresentadores começa a edição das pistas, que é feita basicamente ao correr por um campo aberto, desenhando o asfalto no chão. Depois disso, as possibilidades de personalização são praticamente ilimitadas, e tudo é feito em questão de poucos minutos, de um modo extremamente intuitivo.

Fechando com chave de ouro

Depois de vídeos dos mesmos criadores de Shadow of Colossus e ICO, exibindo o exuberante The Last Guardian, e cenas de Gran Turismo 5, com animações difíceis de distinguir da realidade, chega um dos momentos mais esperados da conferência: God of War 3.

A exibição apresenta detalhes técnicos impecáveis, com gráficos muito bem elaborados e efeitos de primeira linha, usando todo o potencial já visto no PS3. Kratos aniquila alguns inimigos no caminho, utilizando alguns deles inclusive para alcançar locais inacessíveis de outra maneira.

Os adversários no jogo são feitos de diversas partes independentes, o que fica explícito na maneira com que Kratos decepa alguns deles. O primeiro inimigo de maior porte é um Centauro, rapidamente aniquilado no vídeo.

Em seguida, um segundo ser mitológico aparece para enfrentar o espartano. Depois de alguns minutos de combate, Kratos arranca o chifre da criatura, enfiando-o na própria cabeça do monstro. O game, previsto para março de 2010, fecha a conferência da Sony com muitos aplausos e expectativas boas para os próximos meses.

E você, o que pensa sobre o PS3?

Os consoles atuais da sétima geração vieram para disputar com muita força a preferência dos usuários. Xbox 360 e Wii tem ótmos índices de vendas, jogos e possibilidades, se adequando a diferentes perfis de jogadores. Qual o seu console preferido? A Matheus Art conta com a sua opinião sobre o tema.