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Netbook... O que é isso?



Netbook é um termo usado para descrever uma classe de computadores portáteis tipo subnotebook, com dimensão pequena ou média, peso-leve, de baixo custo e geralmente utilizados em serviços baseados na internet, tais como navegação na web e e-mails.

História

O conceito do netbook deriva-se de subnotebook, enquanto o próprio termo foi introduzido pela Psion em 1999 e re-introduzida pela Intel no primeiro trimestre de 2008.

Em 2007, Asus lança o ASUS Eee PC (versão Linux) com uma tela de 7 polegadas.

Em meados de fevereiro de 2008, a Everex lançou seu chipset VIA baseado CloudBook, rodando gOS. O Cloudbook é baseado no VIA nanobook referência em design. Ao contrário do seu concorrente mais próximo, o Eee PC, o CloudBook usa um hard-disk. O design do CloudBook está otimizado para que possa ser utilizado com uma mão enquanto se digita, ou em duas mãos quando se usa o cursor do mouse, com o polegar esquerdo controlando os dois "botões do mouse", bem como o polegar direito um pequeno touchpad, tanto o mouse quanto as teclas são colocados diretamente sob a tela. Em 3 de Abril de 2008, a Microsoft anunciou um programa para ampliar a disponibilidade do Windows XP em PCs de baixo custo, passado o prazo de finalização com o apoio do sistema operacional enquanto os desenvolvedores de hardware o implantaram em sistemas de hardware com especificações limitadas.

Hardware

Suas características mais comuns incluem uma pequena tela,conexão sem fio, mas sem unidade de disco óptico, e um teclado reduzido em tamanho ( em torno de 80 a 95%).Existe também uma tendência de utilizar drives de estado sólido ssd em vez dos tradicionais HD.

Software

Netbooks normalmente já possuem um sistema pré-instalado, uma versão personalizada do GNU/Linux ou Windows XP Home Edition. Podem ser encontrados na internet muitos fóruns discutindo a instalação do sistema operacional da sua escolha (por exemplo Ubuntu Netbook Remix ou Windows XP Professional.

Dúvidas?

Comentem essa postagem ou envie um e-mail para matheusartltda@gmail.com

Apple agrada 80% de seus consumidores, diz estudo



A Apple é a marca de computador que mais satisfaz as exigências dos consumidores, revela pesquisa da consultoria americana Forrester Research. Amargando a última colocação, ficou a Dell. Foram mais de 4,5 mil americanos entrevistados sobre diversas empresas de ramos diferentes. Critérios como utilidade, prazer proporcionado pelos produtos e usabilidade foram avaliados durante o estudo. 80% dos clientes Apple disseram estar satisfeitos, o que deixou a empresa na categoria “bom”. Em segundo lugar e longe da ponta, ficou a Gateway, com 66% dos consumidores satisfeitos, seguida pela HP, com 64% e pela Compaq, com 63%. Em última colocada, a Dell teve 58% de aprovação de seus usuários.

Já pensou em conversar com a sua casa?



Que tal entrar em casa, simplesmente dizer "Acender a luz" e ter toda a sala iluminada? Isso já é realidade nos Estados Unidos. A Home Automated Living, empres por trás do software de controle a casas automatizadas, diz que é possível controlar o que quiser com o sistema, desde sistemas de segurança até a temperatura interna da residência. É que o software permite que usuários gravem e personalizem as mensagens. Portanto, é possível criar comandos variados.

É possível, ainda, fazer com que o sistema diga o nome e o número de quem está ligando para você quando o telefone toca. O preço do produto não foi divulgado, mas se você tiver curiosidade, é só acessar o site:
http://www.automatedliving.com/.

Cloud computing: Google My Stuff vem aí


Com a computação em nuvem ganhando cada vez mais destaque e um aumento explosivo de arquivos armazenados na internet, o Google estaria planejando lançar uma solução para auxiliar os usuários a centralizarem melhor e de maneira mais fácil seus conteúdos online.

Segundo informações do TechCrunch, o Google pode finalmente lançar um produto-conceito chamado My Stuff, uma interface especial que reuniria os arquivos mais importantes do usuários, atualmente espalhados pela internet.

Ainda não é uma certeza, mas o Google My Stuff poderia trabalhar com uma série de APIs fornecidas por terceiros, além de reunir todo material em uma única interface.

Outro ponto discutido estaria numa possível fusão do My Stuff com o Gdrive ("produto-lenda" de armazenamento online), tornando o serviço mais produtivo e amplo.

Cloud computing

A denominação Cloud Computing chegou aos ouvidos de muita gente nos últimos anos, mas tudo indica que ouviremos esse termo cada vez mais. Também conhecido no Brasil como Computação em Nuvem, Cloud Computing se refere à idéia de utilizarmos, em qualquer lugar e independente de plataforma, as mais variadas aplicações através da internet com a mesma facilidade de tê-las instaladas em nossos próprios computadores.

Argentinos criam vírus que se aloja na placa-mãe do PC


Também esta semana: praga se espalha por modems e roteadores Linux.
Você pode deixar suas questões sobre segurança na área de comentários.


A conferência de segurança CanSecWest, que terminou na semana passada, reuniu pesquisadores do mundo todo para demonstrar novas técnicas de segurança e invasão.

Lá, dois argentinos mostraram como é possível armazenar um código malicioso permanente na BIOS (Sistema Básico de Entrada e Saída) da placa-mãe, um local antes considerado seguro contra pragas digitais.

Também no resumo de notícias dessa semana: praga digital infecta modems ADSL e roteadores; dispositivos móveis saem ilesos de competição na CanSecWest; atualização do Java corrige brechas de segurança.

Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação (antivírus, invasões, cibercrime, roubo de dados, etc), vá até o fim da reportagem e deixe-a na seção de comentários. A coluna responde perguntas deixadas por leitores todas as quartas-feiras.

>>>> Pesquisadores demonstram ataque que se aloja na BIOS
Dois pesquisadores argentinos da empresa de segurança Core Security Technologies demonstraram um código-conceito capaz de se alojar na BIOS (Sistema Básico de Entrada/Saída) da placa-mãe do computador. Anibal Sacco e Alfredo Ortega fizeram a apresentação durante a conferência de segurança CanSecWest, na semana passada.

Como o código é executado a partir da placa-mãe, reinstalar o sistema operacional ou mesmo reformatar o disco rígido não é suficiente para remover o programa indesejado. Os programa gerado pelos pesquisadores consegue ler e alterar arquivos presentes no disco rígido a partir da BIOS.

Foto: Divulgação

Até hoje não se tem notícia de nenhum código malicioso capaz de usar a BIOS para infectar o sistema. Algumas pragas digitais, como o CIH (também conhecido como Chernobyl) e o MagiStr tentavam zerar o conteúdo da memória onde é armazenada a BIOS, o que fazia com que o computador não inicializasse mais. Os pesquisadores, no entanto, conseguiram inserir seu próprio código na BIOS, em vez de danificá-la.

O ataque independe do sistema operacional. Na demonstração, os pesquisadores infectaram a BIOS a partir do Windows e do OpenBSD. Eles também obtiveram sucesso na tentativa de modificar a BIOS de uma máquina virtual -- como são chamados os computadores “virtuais” que rodam em apenas um único hardware, mas com sistemas operacionais distintos. Nesse caso, a BIOS do computador físico não era afetada, mas todas as máquinas virtuais eram infectadas.

Os pesquisadores dizem ser preciso mais pesquisa para que possa ser criado um vírus “camuflado” -- ou rootkit -- que reinfecta silenciosamente o computador sem que o usuário perceba. Uma praga digital assim seria muito difícil de ser eliminada, ou mesmo detectada.

A prova da possibilidade de ataques persistentes usando a BIOS chega mais de dois anos depois de outra pesquisa que demonstrou a possibilidade de instalar pragas digitais em placas PCI, em novembro de 2006.

Mesmo depois de tanto tempo, nenhum vírus real fez uso dessa técnica para se alojar em placas PCI. O mesmo pode ser esperado desta, a não ser que códigos prontos sejam disponibilizados para facilitar a integração dessa funcionalidade nas pragas digitais.

Os pesquisadores não informaram se os chips de computação confiável (Trusted Platform Module), já incluídos em alguns computadores mais recentes, dificultam a realização do ataque ou mesmo sua identificação. Os slides usados na apresentação estão disponíveis na internet em PDF.

>>>> Praga se espalha por modems ADSL e roteadores que rodam Linux
Pesquisadores da DroneBL anunciaram esta semana a descoberta de um vírus que se espalha por modems ADSL e roteadores cujo sistema é baseado em Linux (arquitetura MIPS). Batizada de “psyb0t”, a praga tira proveito de senhas fracas configuradas nos equipamentos e em vulnerabilidades existentes em firmwares -- como é chamado o software que opera o modem -- desatualizados.

A grande maioria dos modems não é afetado. Muitos equipamentos não rodam Linux, e mesmo entre os que rodam, a configuração padrão costuma não permitir o acesso remoto ao painel de administração -- necessário para que o vírus se propague. No Brasil, prestadoras de serviço ADSL costumam bloquear as conexões que o vírus necessita, o que colocaria apenas utilizadores de conexões empresariais em risco.

Para verificar se o seu modem foi afetado, basta tentar entrar no painel de administração. Se a tela de login, pelo menos, aparecer, não há infecção, pois o vírus bloqueia o acesso. Se o aparelho estiver infectado, basta realizar um “hard reset” no modem e configurá-lo de forma adequada.

A praga digital captura senhas e usuários por meio da análise do tráfego que passa pelo modem e forma uma rede zumbi, capaz de realizar ataques de negação de serviço, entre outros. O site da DroneBL está sob ataque, o que levou os pesquisadores à descoberta.

O psyb0t ataca apenas roteadores e modems que usam Linux. Computadores comuns e servidores não estão em risco.

>>>> Dispositivos móveis saem ilesos de competição
A Pwn2Own, competição de segurança realizada na conferência de segurança CanSecWest, no Canadá, colocou navegadores web e dispositivos móveis lado a lado para que especialistas em segurança pudessem demonstrar falhas ainda desconhecidas para invadi-los. Nos navegadores web, apenas o Chrome sobreviveu. Porém, todos os dispositivos móveis participantes -- BlackBerry, Android, iPhone, Symbian e Windows Mobile -- saíram ilesos.

Os navegadores Internet Explorer, Firefox e Safari foram comprometidos já no primeiro dia. Um pesquisador alemão que se identificou apenas como “Nils” conseguiu quebrar a segurança dos três navegadores. Antes dele, Charles Miller havia obtido acesso ao computador com Safari, tornando o navegador da Apple o único que foi atacado com sucesso duas vezes. O navegador Opera não participou da competição.

Os dispositivos móveis sofreram poucas tentativas de ataque, e as poucas não tiveram sucesso. Segundo a TippingPoint, cujo programa Zero Day Initiative (ZDI) patrocina o evento, a edição do ano que vem contará novamente com dispositivos móveis, porém os modelos exatos a serem usados serão divulgados com mais antecedência, para permitir que os interessados testem seus códigos antes de ir na competição, onde cada um tem apenas 30 minutos.


>>>> Nova versão do Java corrige problemas de segurança

A Sun lançou o Java Runtime Environment (JRE) 6.0 Update 13 e o 5.0 Update 18 para solucionar dois problemas de segurança. A atualização do JRE é importante porque ele pode ser chamado pelo navegador web, permitindo que páginas web maliciosas sejam capazes de tirar proveito das brechas existentes no Java.

O JRE inclui um mecanismo de atualização automática. Basta aceitá-la quando aparecer o aviso sobre uma nova versão do Java, perto do relógio do Windows.

Assim termina o resumo das principais notícias desta semana. Na segunda-feira (30), a coluna volta para falar sobre os vírus que, como essa nova pesquisa dos pesquisadores argentinos, expandiram o conceito de “código malicioso”. Bom fim de semana a todos!

O USB vai mudar. Saiba mais


Versão 3.0 consegue transmitir até 5 gigabits por segundo

Chamado comercialmente por USB SuperSpeed, por ser dez vezes mais rápido que o antecessor, o USB 3.0 chega mantendo praticamente a mesma arquitetura e a mesma facilidade de uso do USB 2.0. Seu diferencial vem com otimizações relacionadas ao consumo de energia e à eficiência do protocolo.
A velocidade de transferência da nova versão é de 4,8 Gb/s, enquanto o USB 2.0 oferece 480 Mb/s. Ambos os tipos continuarão compatíveis, apesar da nova variante ter transmissão de dados bidirecional.



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Roteador à base de energia solar: conheça o produto!


Produto eco-friendly pode se transformar em peça importante no processo de inclusão digital

Uma equipe de pesquisadores da USP está desenvolvendo um roteador Wi-Fi baseado em energia solar com tecnologia 100% brasileira. Sem o uso de fios, esses aparelhos ‘verdes’ funcionarão sozinhos, se comunicando uns com os outros, e dessa forma propagando a conexão à internet.

Além de ajudar o meio-ambiente, o roteador Wi-Fi solar será um produto importante no processo de inclusão digital, uma vez que regiões carentes poderiam ser iluminadas com internet com um custo bem baixo. Confira!

Google trabalha em ferramenta global para vigiar desmatamento


Objetivo é fortalecer programas de conservação em todo o planeta.Chamada inicialmente de Google Forest, novidade foi anunciada no Inpe.

O gigante de buscas Google está empenhado em criar uma ferramenta inédita para monitorar a conservação de florestas de todo o planeta.

A revelação foi feita nesta sexta-feira (6) por uma representante da empresa em reunião científica no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), em São José dos Campos (SP). A proposta é integrar bases de imagens de satélite e diferentes tecnologias de monitoramento para que os países interessados possam usá-las livremente.


O objetivo inicial da ferramenta é ser usado para calcular a quantidade de carbono contida nas florestas. Com isso, ela poderá ser usada em programas de conservação baseados em um sistema, ainda em negociação, pelo qual os países poderão receber dinheiro para manterem suas florestas em pé. Este sistema é chamado pelos especialistas de Redd (Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação).

O carbono que forma as árvores, quando liberado para a atmosfera com queimadas, por exemplo, contribui para o aquecimento global. Este é um importante fator para se combater o desmatamento. Por meio das imagens de satélite, os cientistas esperam poder calcular quanto carbono há na floresta em pé e quanto foi liberado para a atmosfera pelo desmatamento.


O projeto do Google foi apresentado por Rebecca Moore, que gerencia um programa chamado Google Earth Outreach. Essa iniciativa ajuda ONGs e comunidades locais a usar ferramentas de mapeamento e a combater problemas ambientais. Especialistas de mais de 30 países participaram da reunião em que a gerente do Google fez o anúncio.

O Brasil tem a tecnologia mais avançada no campo de detecção de desmatamento por satélite, mas outros países, em especial os mais pobres, muitas vezes sequer têm acesso a imagens de satélite de seu território. Moore pediu aos cientistas presentes que ajudem no desenvolvimento da ferramenta. Ela ressaltou que o projeto ainda está em estágio inicial. Mesmo assim, disse que espera “ter um protótipo ainda este ano”.

Um provável nome para a ferramenta é Google Forest. A ONG Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), que acompanha o desmatamento na região amazônica, está envolvida na iniciativa. A ideia da ferramenta surgiu em uma oficina realizada em Brasília, em junho, conta Carlos Souza Júnior, secretário-executivo da organização. “Pensamos que o Google poderia ajudar porque um dos maiores problemas que enfrentamos nesta área é ter que lidar com um volume brutal de dados”, explica.

ProShow Producer 4.0




ProShow Producer 4.0 nova versão melhorada (PRODUCER) do consagrado utilitário de apresentação gráfica (Imagens e Vídeos) que lhe dá mais opções do que qualquer outros software que cria apresentações. Com essa versão (Producer) você pode criar Slides Profissionais bem como trabalhar com pequenos videos em apresentações profissional. Crie DVDs e VideoCDs para serem reproduzidos na sua televisão, transmita conteúdo pela web, gere arquivos de vídeo no formato MPEG 1, MPEG 2 ou VOBs, construa screensavers, crie arquivos auto-executáveis (EXE), envie e-mails ou poste suas apresentações on-line. Grave CDs, DVDs automáticos, que quando inseridos em qualquer PC são reproduzidos. Esta versão agora aceita Blu-ray.
ProShow Producer 4.0 é muito fácil de usar porque permite que você adicione efeitos de movimento, transição e zoom nas imagens e vídeos, dê zoom nos pontos interessantes, navegue por imagens panorâmicas e rotacione fotos e vídeos enquanto são reproduzidos com som em mp3 ou wav. Esta versão é a mais funcional versões de todos os três versões deste programa, bem como plenamente aptos para o uso em negócios.



Estilo: Utilitário
Idioma: Inglês
Tamanho: 17 Mb
Formato: Zip