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Veja como a realidade aumentada poderá mudar sua vida no futuro!


 Por @BaixakiOficial e  @matheusart

GPS mais desenvolvido, redes sociais revolucionárias e novas maneiras de fazer compras. Faça um passeio pela realidade aumentada e veja como esta tecnologia pode mudar a nossa vida nos próximos anos.

Quando assistimos aos filmes de ficção com ambientação no futuro é comum vermos carros voadores, computadores holográficos com inteligência artificial bem desenvolvida e, principalmente: um estilo de vida nunca antes visto.
Nesse fabuloso mundo, tudo parece um video game, pois simples objetos são capazes de trazer informações interessantes e tornar a nossa vida mais fácil.
Em filmes com robôs superdesenvolvidos, bons ou malignos, como "Robocop" ou "Exterminador do Futuro", podemos ver na tela o que eles estão enxergando, com análises precisas sobre tudo o que está ao redor deles. Agora, imagine se pudéssemos “ter” os olhos deles e usufruir dessa tecnologia também. Bem, isso já existe e chama-se realidade aumentada.

A tecnologia dentro de nossas casas
Apesar de ter incríveis possibilidades, sempre é importante pensar em como algo pode tornar o conforto dentro de nossas casas ainda melhor (ou quem sabe, pior). Imagine abrir a geladeira e ser exibido um marcador que indica quanto leite ainda há na caixinha ou se algo já passou da data de validade, por exemplo.
Você poderia acessar receitas com apenas uma simples digitada no ar e encontrar tudo o que precisa para cozinhar por meio de ligações da sua cozinha. Já os três minutos de preparo de um macarrão seriam contados com uma barra de progresso.
Entretanto, tudo tem um lado controverso. No caso do vídeo acima é como a publicidade passaria a invadir o nosso espaço de lazer e poluir tudo em troca de dinheiro, produtos mais baratos ou até gratuitos.

O entretenimento
O uso de realidade aumentada nos jogos já se mostrou extremamente eficiente, pois é uma maneira diferenciada de interagir e extremamente interessante.
Os brinquedos ganham um propósito completamente novo e podem ser ligados imediatamente à tecnologia. Por exemplo: as crianças podem ter bichinhos virtuais e brincar com eles como se fossem de verdade, ou mirar para uma caixa cheia de peças e ver como montar um brinquedo.


Graças à tecnologia, assistir à televisão pode ser uma experiência completamente nova, com informações que "pipocam" ao lado da tela sobre o programa que passa no momento, por exemplo. Outra possibilidade seria o acesso imediato aos produtos que aparecem na tela, como as roupas dos atores ou os móveis do cenário de um seriado.

Passeando pelas ruas da realidade aumentada
Imagine que você está passeando pelas ruas de alguma cidade realmente grande e precisa saber como chegar até alguma estação de metrô. Hoje, com uma série de aplicativos que existem para os smartphones, basta sacar seu aparelho celular, abrir um certo aplicativo de realidade aumentada e o GPS imediatamente indica para você o local para o qual você deve seguir.
Isso é uma união de várias tecnologias diferentes em um único aparelho: GPS, internet móvel, acelerômetros e bússola. A precisão é incrível e indica tudo o que está em sua proximidade como se você realmente estivesse dentro de um video game, com a indicação por uma seta da direção a ser seguida e um mapa que mostra como chegar ao destino.



E, da mesma maneira que a realidade aumentada junto à televisão pode indicar itens para comprar, também pode mostrar críticas sobre os locais por onde você passa apenas apontando o aparelho para eles. Assim é possível saber na hora se vale a pena ou não frequentar um estabelecimento.

Redes sociais mais desenvolvidas
Não dá mais para negar: as nossas vidas estão hoje mais públicas do que nunca. É claro que isso é uma escolha, já que, em teoria, ninguém sai por aí criando perfis seus em redes sociais. Podemos optar por compartilhar com uma rede de amigos ou com todos absolutamente qualquer coisa: fatos interessantes que aconteceram, fotos de alguma viagem ou uma música preferida.

As redes sociais mais desenvolvidas.

Com a realidade aumentada, bastaria uma breve apontada com seu aparelho para uma pessoa para ver quem ela é, quantos amigos tem e alguma foto junto com um breve perfil que a descreva. E, rapidamente, alguém pode compartilhar informações pelo ar, ao apontar um aparelho para o outro. É como se fosse o fim dos telefones anotados em guardanapos.

Da mesma forma que na televisão, você pode fotografar alguém com alguma roupa de que tenha gostado e fazer uma busca para ver onde comprá-la. Mas fica um questionamento: será que isso vai funcionar? Será que as pessoas não vão achar ruim o fato de serem fotografadas e identificadas na rua por estranhos?

Isso vai se tornar verdade? Como vai funcionar?
Na verdade, a realidade aumentada se faz presente da maneira citada neste artigo desde que os últimos smartphones foram lançados, pois trazem toda a tecnologia necessária. Entretanto, é claro que ainda faltam estudos, desenvolvimentos e até novos conceitos para que esta “realidade” se torne realmente uma realidade.

Além de tudo, é importante que façamos os questionamentos sobre a utilização da realidade aumentada e da internet, para que não tenhamos invasão de privacidade por estranhos e publicidades excessivas. Ou seja: de um lado temos grandes possibilidades e redes sociais avançadas e, do outro, a invasão de privacidade. Mas, uma coisa é certa: boa parte do que foi citado aqui será a pura realidade nos próximos 5 ou 10 anos.

tudo que você precisa saber sobre o Google




Google. Para muitas pessoas, apenas essa palavra já significa muita coisa. Para outras, essa gigante americana da internet é conhecida pelo buscador que lhe trouxe a fama e que marcou o nome da companhia na web.

O Google foi criado em 1996 por Larry Page e Sergey Bin, ainda estudantes universitários, que tinham a idéia de desenvolver um buscador rápido, eficiente e prático. Assim surgiu o famoso Google Search.

A escolha do nome foi a partir da expressão googol, que representa o número 1 seguido de 100 zeros. E, devido a um erro na hora do registro, chegamos ao Google! A sede da empresa fica no Googleplex em Mountain View, na cidade de Santa Clara, Califórnia, nos EUA.

Hoje, o Google é a maior empresa da internet e conta com dezenas de aplicativos e ferramentas que, na sua maioria, são gratuitas. E muitas delas você utiliza sem nem mesmo saber que faz parte dessa grande gama de produtos.


Digamos que você queira usar a internet para ver um vídeo bacana, que algum amigo seu comentou há um tempo. Você abre o Google Chrome e vai direto para o YouTube e tem acesso ao maior acervo de vídeos de todo o mundo, com diferentes funcionalidades e conexões com diversos lugares da rede.  

Mais de 50% do mercado desse segmento é comandado pelo YouTube, sendo esse o sexto site mais acessado em todo o Brasil. O Google comprou o YouTube em 2006, por US$ 1,65 bilhão e unificou o serviço com o Google Vídeo. No mesmo ano a Time, uma das mais conceituadas revistas americanas, elegeu o serviço como a maior invenção daquele ano.

Ai, você quer mostrar aquele vídeo para todo mundo. Abrimos o Orkut e compartilhamos vídeos e fotos com toda a nossa rede de amigos. Aliás, o Orkut é a maior rede social do Brasil, com 23 milhões de pessoas filiadas ao serviço. Devido a esse número gigantesco, a rede social é comandada pelo Google Brasil desde 2008.

Feito todo o processo, você acessa o Gmail e troca conversas com seus amigos através do e-mail convencional ou pelo GTalk, a ferramenta de bate-papo do Google. O Google Mail é o maior serviço de emails da web, oferecendo mais de 7,3Gb de espaço para armazenamento na caixa de mensagens. 


O Gmail conta com um laboratório de experiências, onde engenheiros trabalham diariamente para criar mais e mais funcionalidades e aplicativos para facilitar a utilização do serviço. Essa aba de criação é conhecido como Google Labs

Papo em dia, você marca no Google Calendar  um encontro com seus amigos e corre para o Google Maps para saber onde é aquele barzinho, restaurante, casa, prédio, praça... Onde quer que seja o ponto de encontro da galera.


Encontro feito, muitas risadas e muitas histórias para contar para todo mundo se divertir e ficar por dentro do seu dia-a-dia. Você corre para o Blogger e escreve desvairadamente sobre tudo o que aconteceu, coloca as fotos da galera (que também vão para o álbum do Orkut ou para o Picasa, que também é da gigante, e disponibiliza vídeos engraçados (que estarão armazenados no YouTube).

Aproveitando que está online, você vai ao Google Reader para dar uma atualizada nas suas informações sobre o mundo, através de uma seleção de Feeds que você elencou como mais importantes e relevantes para o seu conhecimento. 

Mas ai tem aquela expressão em inglês que você não consegue entender, e ela é informação de total importância para o entendimento da notícia. Abre-se, então, o Google Translate e pronto! Informação completa!
O Google é um complexo de utilidades. Há produtos exclusivos para Microsoft, Mac, Linux, BSD, buscas especializadas para livros, artigos escolares, notícias, imagens, códigos abertos, saúde, ferramentas para comparar preços entre concorrentes, entre outras.

Resumindo, o Google sabe quem é você, o que você gosta de ouvir e ver, onde vai, com quem vai, o que faz, como faz, quem são seus pais e familiares e tudo mais sobre você, sem que tenha percebido!

Mas de onde vem a receita para tanto investimento em tecnologia e informação? Esse é o papel de dois aplicativos: Google Apps, um suíte de ferramentas corporativas para compartilhamento de documentos, e o Google AdSense, que é a publicidade online, com links patrocinados que geram lucro baseado ou na quantidade de cliques ou de visualizações. Esse último é a principal fonte de renda da companhia, depois da comercialização das ações na bolsa de valores.

Em 2009 o Google arrecadou mais de US$ 6,6 bilhões, superando todas as expectativas e gerando lucro 17% maior que em 2008.  As receitas geradas por sites parceiros, por meio do programa AdSense, foram de US$ 2,04 bilhões, ou 31% do total.

As ações da empresa estão constantemente entre as dez mais negociadas na Nasdaq, que é a bolsa de valores especializada em empresas de Tecnologia e informação. Em dezembro do ano passado, o Google foi a marca mais acessada nos EUA, retendo cerca de 155 milhões de usuários em algum produto da empresa, em uma média de 21 minutos de utilização.


Googlar, ou seja, o ato de usar algo relacionado da companhia foi considerado a palavra da década, em janeiro desse ano, pela American Dialect Society, uma associação que estuda a língua inglesa.

Visando ampliar a área de atuação, o Google criou o sistema operacional para celulares, o Android, que traz aplicativos e acessibilidade diferenciada, com visual mais dinâmico e, segundo a  Consultoria Gartner Inc, em 2012 responderá por 39% do mercado de smartphones.

Também entrou na briga dos Sistemas Operacionais, batendo de frente com o Windows, da Microsoft, e tem mostrado que está afim de enfrentar as batalhas futuras nesse mercado.

Aliás, a Mozilla Foundation disponibiliza em seu browser, o Firefox, um espaço de buscas do Google e cada vez que o usuário faz uma pesquisa através daquela janelinha, a empresa de Page e Bin paga uma porcentagem pelo acesso.

São dezenas de ferramentas, mais de 16 mil funcionários, milhões de usuários e um faturamento bilionário. O Google é muito mais que buscas, isso é um fato.


* Se você usa o Adwords, eles conhecem o seu plano de marketing e sabem o seu padrão de compras.

* Se você usa o Adsense, eles sabem qual dos seus sites ganham dinheiro, eles sabem como segmentar os anúncios para o seu site, eles sabem quanto pagar e quanto para mantê-lo.

* Se você usa Alertas, eles sabem quais são os tópicos importantes para você.
  
* Se você usa o Analytics, eles sabem quais sites você controla e/ou monitora, sabem sobre as variações e tendências de seu conteúdo.
  
* Se você usa o Blogger, eles sabem sobre o que você escreve. Cada palavra, cada frase, tudo e cada link.
   
* Se você usa o Calendar, eles sabem onde você foi, é, e qual deve ser o plano.
  
* Se você usa o Catalog Search / Product Search, eles sabem que os itens que são de interesse para você e quais os itens que você realmente compra.
 
* Se você usa o Checkout, eles conhecem todas as suas informações pessoais: nome, endereço, telefone, cartão de crédito.
 
* Se você usa Chrome, eles sabem tudo sobre a sua navegação na internet.
    
* Se você usa o Desktop, eles sabem o que você tem no seu PC.
 
* Se você usa Google Textos e Planilhas, eles sabem que você está escrevendo um TCC sobre Código-Fonte Aberto, e que sua conta corrente só terá R$100 no final da viagem.
 
* Se você usa o Earth, eles sabem os lugares do planeta que você tem desejo de pesquisa.

* Se você usa o FeedBurner, eles sabem tudo sobre os seus leitores e seus níveis de leitor.
    
* Se você usa o Finance, eles sabem sobre a existências de ações (e outros instrumentos) que você é proprietário, o que você monitora, e as tendências que você quer seguir.

* Se você usa o Gmail, eles sabem tudo. Sim, tudo.

* Se você usa os Grupos, eles sabem que você tem um fetiche por extraterrestres e discos voadores.
    
* Se você usa a Pesquisa de Imagens, eles sabem que você gosta da Britney Spears e tem um desejo estranho para o chocolate amargo e gosta de fotos de gatos.

* Se você usar Pesquisa Local, eles sabem onde você está agora, e no que você está interessado.

* Se você usa o Maps, eles sabem onde você poderia estar, onde você pode estar indo, onde você foi. E se você tiver GPS, eles sabem onde você está neste exato momento.
   
* Se você usa o Reader, eles sabem todos os seus interesses

* Se você usa o Search (pesquisa no Google qualquer), o Google sabe todas as pesquisas que você tenha feito.
   
* Se você usa o Google Talk, eles sabem quem são seus amigos.
  
* Se você usa a Toolbar, eles conhecem todos os web sites que você visita.
  
* Se você usa o Translate, eles sabem que você está aprendendo alemão.
 
* Se você usa o Google Video, a mesma coisa que para o YouTube.
  
* Se você usa o YouTube, eles conhecem todos os vídeos que você assistiu, os gêneros que você gosta, os vídeos danados que você anda assistindo, aqueles que você comentou/favoritou, e os vídeos que você enviou.

Fonte: Google Discovery


Conheça o sistema 6D, capaz de projetar imagens extremamente realistas


Nova tecnologia baseada na combinação de lentes produz imagens capazes de interagir com a luz ambiente

A tecnologia 3D já deixou de ser novidade, estando cada vez mais presente em nosso cotidiano. Seja através de projeções de filmes no cinema, jogos e aplicativos para celular e futuramente até nos televisores caseiros, esta tecnologia de projeção possibilita novas experiências para o usuário, aumentando o nível de imersão com o que está na tela.

Apesar de ainda não termos aproveitado totalmente as possibilidades dessa tecnologia, parece que em alguns anos ela vai se tornar algo do passado. Isso porque cientistas do Massachusetts Institute of Technology (MIT) já estão trabalhando em um método capaz de projetar imagens em nada menos que 6 dimensões. Essa nova tecnologia promete um novo grau de imersão e qualidade de imagem, dispensando o uso de qualquer acessório extra, como óculos.

O 3D que observamos durante a projeção de filmes ou na tela de determinado aparelhos portáteis não é nada mais que a combinação de duas imagens projetadas em pontos distintos. Utilizando lentes colocadas a cerca de seis centímetros uma da outra, é possível simular um fenômeno natural chamado estereoscopia, responsável por criar informações referentes à profundidade, distância, posição e tamanho dos objetos.

Atualmente, a tecnologia em três dimensões é utilizada principalmente pelo mundo do entretenimento, como forma de combater a pirataria e atrair mais pessoas a salas de cinemas e espetáculos. Por mais que alguém possua em sua residência um equipamento capaz de rivalizar com salas de cinema que utilizam a tecnologia convencional, ainda não é possível reproduzir imagens tridimensionais de maneira convincente em um ambiente caseiro.

Dessa forma, caso você queira ter uma experiência realmente convincente, vai acabar pagando um pouco mais para assistir ao filme no cinema. Mais detalhes sobre esta tecnologia e a forma como é empregada atualmente podem ser encontradas no artigo “Como funciona a tecnologia 3D?”.

Nova tecnologia permite a visualização de imagens extremamente realistas

Imagine uma imagem em três dimensões exibida na tela de um cinema. Por mais que seja convincente e realista, independente do ângulo que você a visualizar, sempre terá a mesma imagem. Agora visualize em sua mente um holograma, que possui essa propriedade de exibir a mesma imagem de maneira diferente, dependendo do ângulo de visão do observador. Embora os hologramas sejam mais realistas do que as imagens em três dimensões projetadas no cinema, ainda sofrem de uma grande limitação: não são capazes de interagir com a iluminação do ambiente.

Por isso que quando vemos a imagem em holograma de um objeto qualquer, como uma flor, e a comparamos com o objeto real, temos a sensação de que aquilo é totalmente artificial e que falta uma série de detalhes. A nova tecnologia em 6D representa uma revolução nesse sentido, permitindo que a visualização dos objetos projetado seja alterada não apenas com a mudança de posição de quem olha, mas também com a mudança de direção e intensidade de iluminação.

Isso possibilita a exibição de imagens ainda mais realistas, dando uma ilusão muito mais convincente de profundidade, distância, posição e tamanho dos objetos. Utilizando essa nova tecnologia, vai ser possível realmente acreditar que os personagens do filme que você está assistindo estão interagindo com o público, quase como se fossem novos membros da plateia.

Ao contrário dos hologramas, que dependem da utilização de um feixe de lasers para sua projeção, o sistema em seis dimensões utiliza um princípio semelhante ao encontrado em certos cartões portais e brindes de revistas, que simulam uma imagem tridimensional conforme o observador muda seu ponto de vista. Nestes objetos, á utilizada uma série de lentes lineares e paralelas construídas em plástico, que ficam superpostas à imagem que se deseja dar a ilusão de 3D.

Esse mesmo princípio é utilizado nas imagens chamadas de 4D, que são nada mais que imagens tridimensionais que simulam a sensação de movimento. Para isto, basta utilizar lentes quadradas em vez das lineares encontradas nos cartões postais. A tecnologia 6D utiliza diversas camadas adicionais de lentes e telas a esse sistema, adicionando duas dimensões extras. A imagem resultante não somente é modificada pela visão do espectador, mas também pela intensidade e direcionamento da iluminação presente no ambiente.

Em um teste inicial, os cientistas do MIT utilizaram a imagem de uma garrafa de vinho feita de vidro, cuja visualização é alterada conforme o ângulo da luz utilizada muda. O resultado impressiona pelo realismo, dando a ilusão de que o que se vê não é somente uma imagem projetada, mas sim o objeto real. O vídeo abaixo dá uma explicação básica sobre os princípios utilizados na criação da tecnologia, além de demonstrar os resultados obtidos.

Segundo os cientistas, os campos que mais se beneficiarão desta nova tecnologia são a publicidade e o entretenimento. Imagine andar pela rua e ao ver um outdoor sobre uma nova escova de dente ou um xampu para cabelos encaracolados, não somente ver uma imagem estatística do produto, mas sim uma ilusão realista bastante semelhante ao objeto real. Essa é somente uma das possibilidades criadas pelo uso inteligente do sistema em seis dimensões.

Série de lentes é utilizada para projetar a imagem

A utilização na área do cinema, já citada acima no texto, promete a visualização de imagens ainda mais realistas, realmente dando a ilusão de interação com os personagens presentes na tela. Ainda podemos sonhar com a utilização das seis dimensões em casa, permitindo a criação de videogames ainda mais realistas, que aliados a outras tecnologias como a holografia tátil, serão capazes de oferecer um grau de interação sem precedentes. Ou seja, em alguns anos poderemos considerar os controles do Wii ou até mesmo o promissor Project Natal como coisas totalmente ultrapassadas.

Outra possibilidade é no campo da segurança e treinamento de funcionários. Por exemplo, ao treinar alguém responsável por garantir a segurança de uma indústria, poderiam ser utilizadas imagens realistas dos objetos que devem ser inspecionados. Essas imagens iriam responder exatamente como o objeto real, permitindo que o inspetor utilizasse uma lanterna para verificar todos os ângulos de maneira idêntica a real.

Como ainda se trata de um sistema em fases de testes, atualmente os custos são bastante proibitivos. A versão atual tem o custo de 30 dólares por pixel para ser construído. Levando em consideração que são necessários milhares de pixels diferentes para criar uma imagem possível de ser reconhecida, ainda está longe o dia em que o sistema 6D será viável comercialmente. As estimativas mais otimistas dos cientistas do MIT apontam um prazo de no mínimo 10 anos antes que telas realistas possam ser criadas em um tamanho possível de ser utilizado fora de laboratórios.

Portanto, até que esta nova tecnologia esteja presente nas salas do cinema mais próximo de sua casa, ainda vai levar um bom tempo. E nada impede que em pouco tempo surjam outros métodos de exibição ainda mais realistas, com custos comerciais mais compatíveis com a realidade do mercado. Até lá, é esperar e aproveitar da tecnologia em três dimensões, que ainda têm muito a oferecer.