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Percebendo tudo isso, o Youtube entrou definitivamente na copa e relacionou praticamente todos os vídeos da Copa do Mundo com um player diferente. O player novo possui um botão mágico, esse botão faz o som de uma vuvuzela. Engraçado não?
Para que isso? Imagine um vídeo que está com o som das vuvuzelas baixo, clique e terá o som que quiser
Fonte:[googlediscovery]
Vídeos da Copa do Mundo 2010 não serão aceitos no Youtube
Posted by Matheus Bastos | 3 de junho de 2010 | Category:
Notícias,
Vídeos,
Web,
Youtube
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A FIFA fez uma petição ao YouTube solicitando que qualquer imagem dos jogos da Copa do Mundo da África sejam removidas do site por questões de direitos autorais.
O YouTube irá utilizar uma ferramenta chamada Video ID, que compara arquivos de referência e metadatas cedidos por empresas que possuem os direitos autorais com vídeos que surgirem no site sobre o tema. O programa monitora todas as métricas do vídeo e identifica se ele faz parte de algum conteúdo protegido por copyright.
A versão ainda está em fase beta e pode ser conferida no YouTube.
Tire suas dúvidas sobre o YouTube AudioID e YouTube VideoID
O que são ID do áudio e ID do vídeo?
As tecnologias inovadoras do YouTube permitem que os proprietários de direitos:
- Identificar os vídeos enviados por usuários que contenham todo OU parte do seu conteúdo, e
- Selecione, previamente, o que querem que aconteça quando esses vídeos forem encontrados. Ganhar dinheiro com eles. Obter estatísticas. Ou bloqueá-los a partir do YouTube.
- Como funcionam o ID do áudio e ID do vídeo?
- Os detentores de direitos entregam os arquivos de referência ao YouTube (somente áudio ou vídeo) do conteúdo que possuem, os metadados que descrevem esse conteúdo e as políticas que desejam que o YouTube aplique quando encontrar uma correspondência. Nós comparamos os vídeos enviados ao YouTube com os arquivos de referência. A nossa tecnologia identifica o seu conteúdo automaticamente e aplica a sua política preferida: monetizar, rastrear ou bloquear.
- Porque usar ID do áudio e ID do vídeo?
- Ganhe dinheiro. Centenas de empresas de mídia já se inscreveram, multiplicando os seus inventários de vídeos que podem ser monetizados.
- Interação com os fãs. Transforme seus fãs em distribuidores do seu conteúdo e, ao mesmo tempo, permita que eles interajam com seu conteúdo favorito.
- Reduza as violações. Informe seus fãs sobre suas preferências de direitos autorais e evite que seu conteúdo seja distribuído no YouTube sem sua permissão.
- Totalmente automatizado Depois de configurados, o ID de áudio e o ID de vídeo identificam, reinvindicam e aplicam as políticas aos vídeos do YouTube para você.
- Dados do mercado. Acesse, a qualquer hora, instantâneos de seu perfil de conteúdo no YouTube. Veja como seus vídeos estão sendo executados, monetizados e bloqueados.
- Quem não deve usar ID de áudio ou ID de vídeo?
- Esse programa é destinado aos detentores de direitos cujo conteúdo é frequentemente enviado ao YouTube pela comunidade de usuários. Se nenhum conteúdo enviado lhe pertence, você não precisa desse programa. Para proprietários de conteúdo com necessidades apenas ocasionais de gerenciamento de conteúdo ou que procuram uma solução mais simples, existem outras ferramentas de direitos autorais do YouTube, como a ferramenta de retirada manual, que podem ser mais adequadas.
- Como eu me inscrevo?
- Se esse programa lhe interessar, forneça mais informações a seu respeito na nossa página de inscrição no Programa de identificação de conteúdo.
Bloqueie, monetize ou controle as métricas de visualização. É automatizado e gratuito
Novo player Flash do YouTube
Posted by Matheus Bastos | 30 de abril de 2010 | Category:
Flash,
Novidades,
Youtube
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Mês de abril começou diferente de qualquer outro mês, o Youtube mostrou os vídeos feitos com letras no dia 1° de abril, por esses dias, mas exato no dia 9 de abril a Google inicou uma fase de testes com um novo player de vídeos para o YouTube, visando facilitar e melhorar a vida dos usuários com uma interface mais limpa e simplificada. Hoje, porém, a novidade foi liberada para todo mundo e, a partir de agora, o player em Flash será assim:
Se a interface parece “limpa demais”, não tema, pois todos os recursos ainda estão presentes: eles aparecem apenas quando você move o cursor do mouse sobre o player, sumindo suavemente enquanto você assiste ao vídeo. Outro componente que foi alterado e quase ninguém percebeu foi a reprodução (SIM/NÃO) ser automática, colocaram um botão de liga e desliga
Já que agora você sabe que o Youtube está de cara nova, que tal deixar sua opinião
Fonte: [Guanabara.info]
Youtube traduzido para mais de 50 idiomas
Posted by Matheus Bastos | 19 de março de 2010 | Category:
Idiomas,
Novidades,
Youtube
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Não sabe inglês e, por isso, não assiste a vários vídeos no Youtube? Agora, uma nova ferramenta disponível para todos os usuários promete mudar este quadro. O Google lançou um sistema que insere legendas, automaticamente, em todos os vídeos em inglês. E mais: essa legenda pode ser traduzida para mais de 50 idiomas. Na prática, o sistema entende tudo o que é falado e transforma em texto. Simples assim.
Eles prometeram que outros idiomas também serão entendidos pela máquina e transformados em legenda daqui alguns meses. E em breve, essa tradução será automática e padrão para todos os vídeos.
Mas por enquanto, é necessário que o dono do arquivo ative essa função. Então, se você precisa assistir a algo que está em inglês, a gente te ensina um truque. Primeiro, faça o download do vídeo do Youtube para a sua máquina. No olhardigital.com.br a gente te mostra como proceder. Aí, suba este arquivo para a sua conta do Youtube. Dessa forma, você poderá ter controle sobre tudo o que for relacionado a este material. Depois que o vídeo for processado pelo sistema, clique em “Legendas Ocultas”. Esta opção, “Transcrição por Máquina” vai aparecer para você. Clique aqui e aguarde até que o processo seja concluído. Pronto, a partir de agora o vídeo em inglês terá legendas, que poderão ser traduzidas para vários idiomas.
Para visualizar as legendas, é fácil. Aqui no cantinho inferior direito, clique na opção “CC”, ou Closed Caption, e escolha o idioma que preferir. Como a tradução é feita por uma máquina, alguns erros serão cometidos. Mas aí, é só você editar o arquivo de legendas e consertar estes problemas. No olhardigital.com.br você consegue rever esta matéria com calma, e também ter acesso aos links mostrados aqui. Aproveite!
Conteúdo pago na internet: quando os sites começam a cobrar pelos serviços
Posted by Matheus Bastos | 29 de janeiro de 2010 | Category:
Internet,
pago,
Web,
Youtube
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Antigamente era mais fácil manter conteúdos pagos nas mídias de massa. O jornal tem lá as suas versões gratuitas para distribuições bastante regionais, mas sempre contou também com os tradicionais impressos pagos.
Com a televisão encontramos o mesmo: há a TV por assinatura e a com canais abertos, que depende praticamente da publicidade para se sustentarem. E, assim sendo, a internet seguiu o mesmo caminho.
A internet é livreA maior diferença da internet para as outras mídias é que, com ela, a grande maioria do conteúdo é livre. Quase sempre foi um meio encarado com compartilhamento de todo tipo de conteúdo, e não de assinaturas para obter o que se quer.
Desde o início, a internet é considerada um local para se manter informado e antenado nos últimos acontecimentos do mundo todo. Alguns até tentaram cobrar pelo conteúdo, solicitando assinaturas para ler as notícias. Afinal, os sites tinham as mesmas notícias referentes aos jornais impressos. Quem vai comprar o jornal se pode ler de graça?
O problema é que as assinaturas não deram certo, pois sempre há alguma alternativa gratuita para elas. Se tal site começa a cobrar assinaturas, os leitores migram para outro que se manteve gratuito.
E isso continuou até hoje, de maneira que vários jornais se renderam e passaram a viver só de publicidade na internet, como é o caso do The New York Times, com banners que aparecem espalhados pela tela e no meio da notícia, e comerciais que passam antes dos vídeos.
Assistir a vídeos gratuitamente também é possível, através de sites cheios de conteúdo, como YouTube, DailyMotion, MetaCafe e Hulu (indisponível no Brasil). O dia 25 de outubro, por exemplo, foi uma data memorável para os fãs da banda U2.
Fonte: canal da banda no YouTube
Eles puderam acompanhar um show da banda ao vivo através do YouTube, com ótima cobertura. Já alguns sites de seriados contêm episódios na íntegra, como você pode conferir ao clicar nesta notícia do Minha Série.
Aqueles que procuram artigos científicos e outros elementos acadêmicos também podem se “deliciar”. O próprio Google já apresenta em seus resultados artigos científicos livres. E existe ainda o Google Acadêmico, para buscas ainda mais específicas. Há também o SciELO, outro excelente serviço para pesquisar publicações científicas.
Os conteúdos pagosComo dito anteriormente, os conteúdos pagos, também chamados exclusivos, sempre existiram. Por exemplo: hoje alguns provedores oferecem, mediante uma mensalidade de aproximadamente 20 reais, acesso livre a milhões de músicas. Além disso, também há uma série de outras vantagens, que vão desde conteúdos para estudantes até coberturas televisivas exclusivas.
Cada vez mais os jogos passam a adotar versões eletrônicas, com o custo muito mais baixo, como no Steam, sempre com games em promoção. Músicas de praticamente qualquer artista há anos podem ser baixadas através de lojas virtuais, como Amazon e iTunes. E as vendas não são baixas, tanto para cópias eletrônicas dos games quanto das músicas.
| Fonte: página do The New York Times |
Agora quem também volta ao mundo do conteúdo pago é o jornal The New York Times. Segundo o próprio site, a partir de janeiro de 2011, será adotada essa medida, que permitirá todo mês que qualquer pessoa leia certo número de artigos gratuitamente. Mas, assim que esse limite for ultrapassado, somente aqueles que forem assinantes poderão ler livremente. Os assinantes do impresso também vão ganhar acesso irrestrito.
A nova política adotada pelo The New York Times não priva leitores casuais, que acabam no site por causa de links esporádicos e, ao mesmo tempo, consegue rentabilidade maior através dos leitores fieis, que talvez não se importem de pagar para ter acesso exclusivo e de qualidade.
Além do New York Times, o YouTube agora quer apostar também em conteúdo pago. É provável que a baixa rentabilidade do site para o gigante Google tenha acarretado em uma tentativa dessas.
Entretanto, é uma proposta relativamente interessante. Segundo anúncio feito no Blog do YouTube, o site fez uma parceria com o Sundance Film Festival e cinco filmes de 2009 e 2010 estarão disponíveis para locação para usuários dos Estados Unidos.
Além dos cinco filmes, outros de diferentes parceiros de várias áreas, como saúde e educação, vão começar a aparecer para locação. O site deixa claro também que as portas estão abertas para produtores independentes entrarem nessa novidade. Ao menos, começa somente como um recurso novo, não uma mudança extrema.
Pagar? Nem mortoO maior obstáculo no caminho de serviços que cobram assinaturas em troca de conteúdos exclusivos são as alternativas gratuitas. Por que você vai pagar por algo se o conteúdo grátis já tem tudo o que você procura?
É por isso que alguns provedores chamam o conteúdo de exclusivo. Ter acesso às informações em primeira mão de maneira mais detalhada é ótimo.O problema é que a qualidade do que já é gratuito não é tão mal assim para que alguém precise realmente pagar para saber das últimas notícias.
A pirataria é mais um forte concorrente às assinaturas. Novamente: por que pagar por um jogo se ele está ali, gratuitamente? É ilegal, mas muitas pessoas pensam dessa forma.
Mas, o game acaba por vir cheio de problemas e não tem suporte. Fora o fato de acabar prejudicando a indústria dos games, que não recebe nada pelo árduo trabalho que teve para criar algo de qualidade para os jogadores. E esse discurso vale exatamente da mesma maneira para as músicas, filmes e seriados baixados ilegalmente em compartilhadores.
Afinal, os conteúdos pagos têm futuro?Se a luta da concorrência com a pirataria é enorme, intensa e parece interminável, isso não poderia ser diferente com os conteúdos gratuitos. Cria-se uma divisão da procura do usuário de internet — ele vai procurar saber mais sobre aquilo de que realmente gosta e é interessado. O fã de uma banda, por exemplo, pode fazer parte do fã-clube oficial por uma taxa e saber absolutamente tudo sobre os seus ídolos. E a diferença é que ele não vai encontrar isso por aí.
O mesmo vale para quem acompanha algum jornal em específico. A credibilidade do The New York Times é a maior do mundo. E aqueles que assinarem a versão online e tiverem acesso irrestrito não vão se arrepender, pois realmente gostam de ler as notícias e os comentários daquele jornal em específico. Ou seja, as pessoas acham que o conteúdo do jornal é mais rico e irão até ele.
É difícil dizer se conteúdos pagos realmente dão certo ou não, pois depende do serviço, do tamanho dele, da credibilidade e da quantidade de pessoas que não se importam em pagar. No iTunes e no Steam, por exemplo, tudo deu mais do que certo. É provável que se terá uma boa noção quando o The New York Times adotar isso de fato. Somente o tempo vai ser capaz de mostrar se isso acabará por ser uma tendência ou não.
Entretanto, sempre haverão os dois tipos de consumidores: aqueles que pagam por um conteúdo de qualidade e exclusivo, e aqueles que preferem o gratuito e não se importam com o risco de não ser o esperado.
O que você acha, caro leitor? Os conteúdos pagos vão emplacar ou serão derrotados pelos gratuitos? Continue a discussão nos comentários.
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