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"Twittar" ou não "Twittar"? Eis a questão!



Twitter (pronuncia-se "tuíter") é uma rede social e servidor para microblogging que permite aos usuários que enviem e leiam atualizações pessoais de outros contatos (em textos de até 140 caracteres, conhecidos como "tweets"), através da própria Web, por SMS e por softwares específicos instalados em dispositivos portáteis como o Twitterberry desenvolvido para o Blackberry.

As atualizações são exibidas no perfil do usuário em tempo real e também enviadas a outros usuários que tenham assinado para recebê-las. Usuários podem receber atualizações de um perfil através do site oficial, RSS, SMS ou programa especializado. O serviço é grátis na internet, mas usando SMS pode ocorrer cobrança da operadora telefônica.

Desde sua criação em 2006 por Jack Dorsey, o Twitter ganhou extensa notabilidade e popularidade por todo mundo. Algumas vezes é descrito como o "SMS da Internet".
A estimativa do número de usuários varia, pois a empresa não informa o número de contas ativas. Em novembro de 2008, Jeremiah Owyang estimou que o Twitter tenha de 4 a 5 milhões de usuários. Em maio de 2009, um estudo analisou mais de 11 milhões e meio de contas de usuários.

Em Fevereiro de 2009 o blog "Compete.com" elegeu o Twitter em terceiro lugar como rede social mais usada (Facebook em primeiro lugar, seguido do MySpace).

Devido ao sucesso do Twitter, um grande número de sites parecidos foram lançados ao redor do mundo. Alguns oferecem o serviço para um país específico, outros unem outras funções, como a partilha de arquivos que era oferecido pelo Pownce.
Um estudo da Universidade de Harvard concluiu que apenas 10% dos usuários produzem 90% do conteúdo.

Em janeiro de 2010 foi realizada a primeira conexão e acesso pessoal à Internet de origem espacial, utilizando o Twitter. O astronauta Timothy Creamer, escreveu "Hello Twitterverse" no serviço de microblogging, através do endereço do Twitter http://twitter.com/astro_tj.
Segundo um site norte-americano a língua portuguesa é a segunda mais utilizada pelo Twitter.

tudo que você precisa saber sobre o Google




Google. Para muitas pessoas, apenas essa palavra já significa muita coisa. Para outras, essa gigante americana da internet é conhecida pelo buscador que lhe trouxe a fama e que marcou o nome da companhia na web.

O Google foi criado em 1996 por Larry Page e Sergey Bin, ainda estudantes universitários, que tinham a idéia de desenvolver um buscador rápido, eficiente e prático. Assim surgiu o famoso Google Search.

A escolha do nome foi a partir da expressão googol, que representa o número 1 seguido de 100 zeros. E, devido a um erro na hora do registro, chegamos ao Google! A sede da empresa fica no Googleplex em Mountain View, na cidade de Santa Clara, Califórnia, nos EUA.

Hoje, o Google é a maior empresa da internet e conta com dezenas de aplicativos e ferramentas que, na sua maioria, são gratuitas. E muitas delas você utiliza sem nem mesmo saber que faz parte dessa grande gama de produtos.


Digamos que você queira usar a internet para ver um vídeo bacana, que algum amigo seu comentou há um tempo. Você abre o Google Chrome e vai direto para o YouTube e tem acesso ao maior acervo de vídeos de todo o mundo, com diferentes funcionalidades e conexões com diversos lugares da rede.  

Mais de 50% do mercado desse segmento é comandado pelo YouTube, sendo esse o sexto site mais acessado em todo o Brasil. O Google comprou o YouTube em 2006, por US$ 1,65 bilhão e unificou o serviço com o Google Vídeo. No mesmo ano a Time, uma das mais conceituadas revistas americanas, elegeu o serviço como a maior invenção daquele ano.

Ai, você quer mostrar aquele vídeo para todo mundo. Abrimos o Orkut e compartilhamos vídeos e fotos com toda a nossa rede de amigos. Aliás, o Orkut é a maior rede social do Brasil, com 23 milhões de pessoas filiadas ao serviço. Devido a esse número gigantesco, a rede social é comandada pelo Google Brasil desde 2008.

Feito todo o processo, você acessa o Gmail e troca conversas com seus amigos através do e-mail convencional ou pelo GTalk, a ferramenta de bate-papo do Google. O Google Mail é o maior serviço de emails da web, oferecendo mais de 7,3Gb de espaço para armazenamento na caixa de mensagens. 


O Gmail conta com um laboratório de experiências, onde engenheiros trabalham diariamente para criar mais e mais funcionalidades e aplicativos para facilitar a utilização do serviço. Essa aba de criação é conhecido como Google Labs

Papo em dia, você marca no Google Calendar  um encontro com seus amigos e corre para o Google Maps para saber onde é aquele barzinho, restaurante, casa, prédio, praça... Onde quer que seja o ponto de encontro da galera.


Encontro feito, muitas risadas e muitas histórias para contar para todo mundo se divertir e ficar por dentro do seu dia-a-dia. Você corre para o Blogger e escreve desvairadamente sobre tudo o que aconteceu, coloca as fotos da galera (que também vão para o álbum do Orkut ou para o Picasa, que também é da gigante, e disponibiliza vídeos engraçados (que estarão armazenados no YouTube).

Aproveitando que está online, você vai ao Google Reader para dar uma atualizada nas suas informações sobre o mundo, através de uma seleção de Feeds que você elencou como mais importantes e relevantes para o seu conhecimento. 

Mas ai tem aquela expressão em inglês que você não consegue entender, e ela é informação de total importância para o entendimento da notícia. Abre-se, então, o Google Translate e pronto! Informação completa!
O Google é um complexo de utilidades. Há produtos exclusivos para Microsoft, Mac, Linux, BSD, buscas especializadas para livros, artigos escolares, notícias, imagens, códigos abertos, saúde, ferramentas para comparar preços entre concorrentes, entre outras.

Resumindo, o Google sabe quem é você, o que você gosta de ouvir e ver, onde vai, com quem vai, o que faz, como faz, quem são seus pais e familiares e tudo mais sobre você, sem que tenha percebido!

Mas de onde vem a receita para tanto investimento em tecnologia e informação? Esse é o papel de dois aplicativos: Google Apps, um suíte de ferramentas corporativas para compartilhamento de documentos, e o Google AdSense, que é a publicidade online, com links patrocinados que geram lucro baseado ou na quantidade de cliques ou de visualizações. Esse último é a principal fonte de renda da companhia, depois da comercialização das ações na bolsa de valores.

Em 2009 o Google arrecadou mais de US$ 6,6 bilhões, superando todas as expectativas e gerando lucro 17% maior que em 2008.  As receitas geradas por sites parceiros, por meio do programa AdSense, foram de US$ 2,04 bilhões, ou 31% do total.

As ações da empresa estão constantemente entre as dez mais negociadas na Nasdaq, que é a bolsa de valores especializada em empresas de Tecnologia e informação. Em dezembro do ano passado, o Google foi a marca mais acessada nos EUA, retendo cerca de 155 milhões de usuários em algum produto da empresa, em uma média de 21 minutos de utilização.


Googlar, ou seja, o ato de usar algo relacionado da companhia foi considerado a palavra da década, em janeiro desse ano, pela American Dialect Society, uma associação que estuda a língua inglesa.

Visando ampliar a área de atuação, o Google criou o sistema operacional para celulares, o Android, que traz aplicativos e acessibilidade diferenciada, com visual mais dinâmico e, segundo a  Consultoria Gartner Inc, em 2012 responderá por 39% do mercado de smartphones.

Também entrou na briga dos Sistemas Operacionais, batendo de frente com o Windows, da Microsoft, e tem mostrado que está afim de enfrentar as batalhas futuras nesse mercado.

Aliás, a Mozilla Foundation disponibiliza em seu browser, o Firefox, um espaço de buscas do Google e cada vez que o usuário faz uma pesquisa através daquela janelinha, a empresa de Page e Bin paga uma porcentagem pelo acesso.

São dezenas de ferramentas, mais de 16 mil funcionários, milhões de usuários e um faturamento bilionário. O Google é muito mais que buscas, isso é um fato.


* Se você usa o Adwords, eles conhecem o seu plano de marketing e sabem o seu padrão de compras.

* Se você usa o Adsense, eles sabem qual dos seus sites ganham dinheiro, eles sabem como segmentar os anúncios para o seu site, eles sabem quanto pagar e quanto para mantê-lo.

* Se você usa Alertas, eles sabem quais são os tópicos importantes para você.
  
* Se você usa o Analytics, eles sabem quais sites você controla e/ou monitora, sabem sobre as variações e tendências de seu conteúdo.
  
* Se você usa o Blogger, eles sabem sobre o que você escreve. Cada palavra, cada frase, tudo e cada link.
   
* Se você usa o Calendar, eles sabem onde você foi, é, e qual deve ser o plano.
  
* Se você usa o Catalog Search / Product Search, eles sabem que os itens que são de interesse para você e quais os itens que você realmente compra.
 
* Se você usa o Checkout, eles conhecem todas as suas informações pessoais: nome, endereço, telefone, cartão de crédito.
 
* Se você usa Chrome, eles sabem tudo sobre a sua navegação na internet.
    
* Se você usa o Desktop, eles sabem o que você tem no seu PC.
 
* Se você usa Google Textos e Planilhas, eles sabem que você está escrevendo um TCC sobre Código-Fonte Aberto, e que sua conta corrente só terá R$100 no final da viagem.
 
* Se você usa o Earth, eles sabem os lugares do planeta que você tem desejo de pesquisa.

* Se você usa o FeedBurner, eles sabem tudo sobre os seus leitores e seus níveis de leitor.
    
* Se você usa o Finance, eles sabem sobre a existências de ações (e outros instrumentos) que você é proprietário, o que você monitora, e as tendências que você quer seguir.

* Se você usa o Gmail, eles sabem tudo. Sim, tudo.

* Se você usa os Grupos, eles sabem que você tem um fetiche por extraterrestres e discos voadores.
    
* Se você usa a Pesquisa de Imagens, eles sabem que você gosta da Britney Spears e tem um desejo estranho para o chocolate amargo e gosta de fotos de gatos.

* Se você usar Pesquisa Local, eles sabem onde você está agora, e no que você está interessado.

* Se você usa o Maps, eles sabem onde você poderia estar, onde você pode estar indo, onde você foi. E se você tiver GPS, eles sabem onde você está neste exato momento.
   
* Se você usa o Reader, eles sabem todos os seus interesses

* Se você usa o Search (pesquisa no Google qualquer), o Google sabe todas as pesquisas que você tenha feito.
   
* Se você usa o Google Talk, eles sabem quem são seus amigos.
  
* Se você usa a Toolbar, eles conhecem todos os web sites que você visita.
  
* Se você usa o Translate, eles sabem que você está aprendendo alemão.
 
* Se você usa o Google Video, a mesma coisa que para o YouTube.
  
* Se você usa o YouTube, eles conhecem todos os vídeos que você assistiu, os gêneros que você gosta, os vídeos danados que você anda assistindo, aqueles que você comentou/favoritou, e os vídeos que você enviou.

Fonte: Google Discovery


Conteúdo pago na internet: quando os sites começam a cobrar pelos serviços



Antigamente era mais fácil manter conteúdos pagos nas mídias de massa. O jornal tem lá as suas versões gratuitas para distribuições bastante regionais, mas sempre contou também com os tradicionais impressos pagos.
Com a televisão encontramos o mesmo: há a TV por assinatura e a com canais abertos, que depende praticamente da publicidade para se sustentarem. E, assim sendo, a internet seguiu o mesmo caminho.
A internet é livre
A maior diferença da internet para as outras mídias é que, com ela, a grande maioria do conteúdo é livre. Quase sempre foi um meio encarado com compartilhamento de todo tipo de conteúdo, e não de assinaturas para obter o que se quer.
Ler jornal é grátis.
Desde o início, a internet é considerada um local para se manter informado e antenado nos últimos acontecimentos do mundo todo. Alguns até tentaram cobrar pelo conteúdo, solicitando assinaturas para ler as notícias. Afinal, os sites tinham as mesmas notícias referentes aos jornais impressos. Quem vai comprar o jornal se pode ler de graça?

O problema é que as assinaturas não deram certo, pois sempre há alguma alternativa gratuita para elas. Se tal site começa a cobrar assinaturas, os leitores migram para outro que se manteve gratuito.
E isso continuou até hoje, de maneira que vários jornais se renderam e passaram a viver só de publicidade na internet, como é o caso do The New York Times, com banners que aparecem espalhados pela tela e no meio da notícia, e comerciais que passam antes dos vídeos.
Assistir a vídeos gratuitamente também é possível, através de sites cheios de conteúdo, como YouTube, DailyMotion, MetaCafe e Hulu (indisponível no Brasil). O dia 25 de outubro, por exemplo, foi uma data memorável para os fãs da banda U2.
Canal do YouTube da banda.
Eles puderam acompanhar um show da banda ao vivo através do YouTube, com ótima cobertura. Já alguns sites de seriados contêm episódios na íntegra, como você pode conferir ao clicar nesta notícia do Minha Série.
Aqueles que procuram artigos científicos e outros elementos acadêmicos também podem se “deliciar”. O próprio Google já apresenta em seus resultados artigos científicos livres. E existe ainda o Google Acadêmico, para buscas ainda mais específicas. Há também o SciELO, outro excelente serviço para pesquisar publicações científicas.
Os conteúdos pagos
Como dito anteriormente, os conteúdos pagos, também chamados exclusivos, sempre existiram. Por exemplo: hoje alguns provedores oferecem, mediante uma mensalidade de aproximadamente 20 reais, acesso livre a milhões de músicas. Além disso, também há uma série de outras vantagens, que vão desde conteúdos para estudantes até coberturas televisivas exclusivas.
Cada vez mais os jogos passam a adotar versões eletrônicas, com o custo muito mais baixo, como no Steam, sempre com games em promoção. Músicas de praticamente qualquer artista há anos podem ser baixadas através de lojas virtuais, como Amazon e iTunes. E as vendas não são baixas, tanto para cópias eletrônicas dos games quanto das músicas.
   
 Site do The New York Times 
 Fonte: página do The New York Times 
Agora quem também volta ao mundo do conteúdo pago é o jornal The New York Times. Segundo o próprio site, a partir de janeiro de 2011, será adotada essa medida, que permitirá todo mês que qualquer pessoa leia certo número de artigos gratuitamente. Mas, assim que esse limite for ultrapassado, somente aqueles que forem assinantes poderão ler livremente. Os assinantes do impresso também vão ganhar acesso irrestrito.
A nova política adotada pelo The New York Times não priva leitores casuais, que acabam no site por causa de links esporádicos e, ao mesmo tempo, consegue rentabilidade maior através dos leitores fieis, que talvez não se importem de pagar para ter acesso exclusivo e de qualidade.
Além do New York Times, o YouTube agora quer apostar também em conteúdo pago. É provável que a baixa rentabilidade do site para o gigante Google tenha acarretado em uma tentativa dessas.
Entretanto, é uma proposta relativamente interessante. Segundo anúncio feito no Blog do YouTube, o site fez uma parceria com o Sundance Film Festival e cinco filmes de 2009 e 2010 estarão disponíveis para locação para usuários dos Estados Unidos.
Além dos cinco filmes, outros de diferentes parceiros de várias áreas, como saúde e educação, vão começar a aparecer para locação. O site deixa claro também que as portas estão abertas para produtores independentes entrarem nessa novidade. Ao menos, começa somente como um recurso novo, não uma mudança extrema.
Pagar? Nem morto
O maior obstáculo no caminho de serviços que cobram assinaturas em troca de conteúdos exclusivos são as alternativas gratuitas. Por que você vai pagar por algo se o conteúdo grátis já tem tudo o que você procura?
É por isso que alguns provedores chamam o conteúdo de exclusivo. Ter acesso às informações em primeira mão de maneira mais detalhada é ótimo.O problema é que a qualidade do que já é gratuito não é tão mal assim para que alguém precise realmente pagar para saber das últimas notícias.
Pirataria nos games.
A pirataria é mais um forte concorrente às assinaturas. Novamente: por que pagar por um jogo se ele está ali, gratuitamente? É ilegal, mas muitas pessoas pensam dessa forma.

Mas, o game acaba por vir cheio de problemas e não tem suporte. Fora o fato de acabar prejudicando a indústria dos games, que não recebe nada pelo árduo trabalho que teve para criar algo de qualidade para os jogadores. E esse discurso vale exatamente da mesma maneira para as músicas, filmes e seriados baixados ilegalmente em compartilhadores.
Afinal, os conteúdos pagos têm futuro?
Se a luta da concorrência com a pirataria é enorme, intensa e parece interminável, isso não poderia ser diferente com os conteúdos gratuitos. Cria-se uma divisão da procura do usuário de internet — ele vai procurar saber mais sobre aquilo de que realmente gosta e é interessado. O fã de uma banda, por exemplo, pode fazer parte do fã-clube oficial por uma taxa e saber absolutamente tudo sobre os seus ídolos. E a diferença é que ele não vai encontrar isso por aí.
O mesmo vale para quem acompanha algum jornal em específico. A credibilidade do The New York Times é a maior do mundo. E aqueles que assinarem a versão online e tiverem acesso irrestrito não vão se arrepender, pois realmente gostam de ler as notícias e os comentários daquele jornal em específico. Ou seja, as pessoas acham que o conteúdo do jornal é mais rico e irão até ele.
É difícil dizer se conteúdos pagos realmente dão certo ou não, pois depende do serviço, do tamanho dele, da credibilidade e da quantidade de pessoas que não se importam em pagar. No iTunes e no Steam, por exemplo, tudo deu mais do que certo. É provável que se terá uma boa noção quando o The New York Times adotar isso de fato. Somente o tempo vai ser capaz de mostrar se isso acabará por ser uma tendência ou não.
Entretanto, sempre haverão os dois tipos de consumidores: aqueles que pagam por um conteúdo de qualidade e exclusivo, e aqueles que preferem o gratuito e não se importam com o risco de não ser o esperado.
O que você acha, caro leitor? Os conteúdos pagos vão emplacar ou serão derrotados pelos gratuitos? Continue a discussão nos comentários.